Vídeo desvenda os segredos do orgasmo feminino com experimentos científicos
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Vídeo desvenda os segredos do orgasmo feminino com experimentos científicos

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Atenção! Se você se incomoda com temas que envolvam sexo ou violência, ou tem menos de 18 anos, é melhor parar por aqui. Caso contrário, é só prosseguir para o nosso artigo.

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Enquanto que o orgasmo masculino é aquela coisa que todo mundo sabe como — e quando! — acontece, o feminino é um pouco mais misterioso. E foi pensando nisso que o pessoal do site Wired decidiu produzir o vídeo a seguir, no qual ilustram uma porção de estatísticas e fatos científicos sobre o orgasmo das mulheres. Veja:

Se você assistiu ao filminho acima, achou as imagens bacanas, mas não entendeu nada, não se preocupe! A seguir nós aqui do Mega Curioso incluímos uma descrição — com o nosso toque — de tudo o que foi dito pela turminha do Wired para você conferir.

O orgasmo masculino, como todo mundo sabe, é um assunto “explosivo”, enquanto que o feminino acontece de maneira, digamos, menos espalhafatosa. Mas isso não significa que a ciência não tenha descoberto várias coisinhas sobre ele!

Para começar, o clitóris, equipado com cerca de oito mil terminações nervosas, definitivamente é o protagonista do show, e não é de se estranhar que 70% das mulheres precisem de estimulação direta nessa estrutura para chegar ao orgasmo.

No entanto, o prazer feminino não se limita apenas à estimulação do clitóris. Segundo o vídeo, durante um estudo, 20% das mulheres revelaram que conseguem chegar ao orgasmo durante o beijo ou, ainda, ao fazer sexo oral em seus parceiros. Além disso, 94% das mulheres que fizeram sexo anal disseram que “chegaram lá”.

Outro dado interessante está relacionado com as atividades físicas. De acordo com o pessoal do Wired, 10% das pessoas revelaram que já tiveram orgasmos através de exercícios e, desses, 51% disseram que eles ocorreram durante a prática de abdominais. Eis um incentivo a mais para você se empenhar em chapar a barriga!

Com respeito ao orgasmo puramente vaginal, pesquisas apontaram que ele não passa de um mito. Na verdade, o prazer feminino está associado ao clitóris, à vagina e ao útero “trabalhando” juntos. Aliás, essas três estruturas formariam o mítico Ponto G — cuja existência ou não até hoje continua sendo debatida.

Além de a ciência ter desvendado algumas coisas que acontecem com o corpo feminino durante o orgasmo, sabe-se também que o cérebro libera os hormônios ocitocina e prolactina, além de endorfinas — e essas substâncias são as responsáveis por aquela agradável sensação de relaxamento que segue o orgasmo.

E depois do orgasmo, os níveis de dopamina caem enquanto os de prolactina aumentam, e esse sobe e desce é o que ajuda a fazer com que o cérebro pare de desejar fazer “sexo” em vez de outras atividades essenciais para a sobrevivência.

Outro fator fascinante é o fato de o limiar de dor das mulheres aumentar em até 107% durante o orgasmo, o que pode ser um mecanismo associado ao alívio da dor no parto.

E já que estamos no assunto... as mulheres também podem ter orgasmos durante o parto — embora isso seja bem incomum, ocorrendo em apenas 0,3% das vezes.

No entanto, mais fácil (e prático!) do que ter um orgasmo enquanto se dá a luz, talvez seja o uso de vibradores — “recurso” que, por sinal, foi adotado por 53% das norte-americanas.

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E aí, caro leitor! O que você achou das informações que o pessoal do Wired revelou no vídeo? E sobre a apresentação dos fatos e estatísticas, você curtiu a forma como eles utilizaram experimentos simples para ilustrar o tema? Não deixe de compartilhar a sua opinião conosco nos comentários.

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