As 7 notícias científicas mais sexy de 2015
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As 7 notícias científicas mais sexy de 2015

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Se você chegou até aqui por conta do título, é porque você tem um interesse no assunto – então não adianta reclamar que somos apenas nós do Mega Curioso que adoramos falar de sexo, né?

E o ano de 2015 foi bastante produtivo em relação a esse assunto: cada vez mais as pessoas estão perdendo o pudor para falar sobre aquilo que as atrai. Além disso, os pesquisadores estão se debruçando ainda mais sobre novos comportamentos e tendências que deverão dominar o mundo nos próximos anos.

Portanto, fique ligado em 7 notícias sexuais pra lá de curiosas que surgiram no último ano:

1. Frequência sexual

Com qual frequência você pratica sexo com seu parceiro? Qual é a quantidade necessária para que o relacionamento não se desgaste? Se você acha que é preciso fazer amor todos os dias, saiba que você está um pouquinho enganado.

Uma pesquisa publicada em 2015 mostra que fazer sexo uma vez por semana já é o suficiente para manter acesa a chama da paixão. O estudo foi feito com mais de 30 mil norte-americanos durante as últimas quatro décadas e chegou a esse número mágico. E o resultado mostra que a relação amorosa está realmente ligada à felicidade do casal, ou seja, não dá para deixar de comparecer de vez em quando, hein? E não basta estar lá só de corpo presente: curta o momento!

Uma vez por semana já é o suficiente

2. “Viagra” feminino

Mas não adianta nada querer fazer sexo uma vez por semana e não ter disposição física para isso, não é mesmo? O Viagra revolucionou a vida de homens mais velhos com disfunções eréteis quando foi lançado em 1998. Porém, só em 2015 chegou um comprimido que promete aumentar a libido das mulheres.

Afinal, vamos concordar uma coisa: quando um não quer, dois não brigam. E “não” é “NÃO!”, ok? Mas ficar negando para sempre também complica, e é preciso entender que muitas vezes isso é uma questão hormonal. O Addyi promete deixar as mulheres mais dispostas ao sexo, mas elas que precisam decidir se querem ou não ingerir esse estímulo. E vale um conselho: jamais misture o comprimido com álcool, pois isso pode levar as mulheres a graves quadros de desmaio!

"Viagra" feminino foi lançado em 2015

3. Video game diminui a vontade sexual

Outra pesquisa divulgada em 2015 diz respeito aos jogadores inveterados de video games. E os resultados não são nada animadores. Enquanto havia apenas a brincadeira de que jogadores não tinham vida sexual, tudo bem... era algo que eles precisavam ouvir e criar respostas para isso.

Agora, porém, a ciência disse que jogar muitos games não apenas diminui a sua libido, mas também diminui sua vontade de comer e de beber algo, por exemplo! Agora o bagulho ficou mais sério! Os cientistas acreditam que o vício em joguinhos faz com que seu cérebro perca o interesse por outras coisas viciantes – inclusive drogas! Isso pode ser uma porta para procurar soluções alternativas para dependentes químicos, mas os “efeitos colaterais” valeriam a pena?

Vício em games pode diminuir libido

4. Sexo espacial

Outra história bem sexy que rolou em 2015 foi a de uma campanha de financiamento coletivo que pretendia mandar uma equipe de filmagens ao espaço para gravar um filme pornô em gravidade zero! Infelizmente, apenas 7% do valor necessário foi arrecadado, deixando essa experiência para outra oportunidade.

Casal de atores precisou adiar viagem ao espaço durante a qual seria gravado um filme pornô

5. Orgia animal

Mudando o foco de sexo humano para sexo animal, uma nova descoberta em 2015 mostrou que para duas espécies de marsupiais essa é uma questão de vida ou morte! Dois tipos de ratinhos australianos possuem competições violentas durante a época do acasalamento – tanto que eles procuram o maior número possível de parceiras.

Essa “brincadeira” pode durar até 14 horas, com orgias animalescas que podem fazer o corpo do macho se esgotar ao ponto de ele sofrer um colapso e morrer! Tudo em prol de fecundar as fêmeas e continuar com a existência da espécie.

Marsupial australiano pratica orgias até a morte para perpetuar a espécie

6. A fórmula da atração

Que existem traços humanos que deixam as pessoas mais atraentes aos olhos dos outros não é uma novidade, porém não é apenas um padrão de beleza que define quando duas pessoas vão se atrair. Estudos feitos com gêmeos idênticos mostra que mesmo para eles há uma diferenciação naquilo que consideram atrativo sexualmente – e muito disso está ligado às suas atividades sociais e aos produtos midiáticos que eles consomem.

Outra pesquisa publicada em 2015 mostrou que existe uma tendência de procurarmos pessoas semelhantes a nós mesmo. Claro que isso não é uma regra, afinal, os opostos se atraem. Porém, existe uma possibilidade maior de nos sentirmos atraídos por pessoas que compartilham com nossas próprias aparências. Tanto que muitos casais possuem um grau de parentesco sem nem mesmo saber – algo como um ancestral comum que não é tão antigo assim.

As pessoas procuram parceiros parecidos com elas mesmas

7. Evolução peniana

E não podíamos terminar esta lista sem falar do pênis, é claro. Um dos estudos mais curiosos do ano passado é em relação ao órgão reprodutor de algumas espécies de lagartos. Acontece que muitos desses animais parecem idênticos entre si, diferenciando-se apenas pelo formato e pela aparência de seu membro fálico.

Os pênis dos lagartos evoluem muito mais rápido que outras partes de seu corpo, e os cientistas acreditam que isso esteja relacionado à escolha que as fêmeas fazem. A maioria procura parceiros com órgãos genitais mais estimulantes, ou seja, para elas o membro faz, sim, bastante diferença!

Pênis dos lagartos são quase como sua impressão digital

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