Amazônia queima e NASA captura imagens dos incêndios na floresta

Amazônia queima e NASA captura imagens dos incêndios na floresta

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A escuridão que fez o dia virar noite em São Paulo na segunda-feira (19) desencadeou inúmeras manifestações de apoio à Amazônia, que está sendo consumida pelas chamas há semanas. O episódio na maior metrópole do país chamou a atenção para um problema que vem acontecendo há décadas, mas que se tornou violento e arrasador nas últimas semanas.

O resultado das chamas que estão consumindo a Amazônia foi sentido em outras cidades do Centro-Oeste e do Sudeste. A fumaça foi trazida pelos fortes ventos provenientes dos incêndios florestais que se alastram há mais de 2 mil quilômetros. De acordo com o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), foram detectados mais de 72.800 incêndios florestais devastando a floresta amazônica.

Os dados dos satélites do INPE apontam um aumento de 83% no número de incêndios em comparação ao mesmo período de 2018, mostrando que, neste ano, a floresta amazônica bateu o recorde de incêndios. O aumento deste ano é associado ao presidente Jair Bolsonaro, no mais alto cargo do país desde janeiro. Nestes menos de oito meses, Jair Bolsonaro prometeu desenvolver a região amazônica para agricultura e mineração e, para isso ignorou o aumento do desmatamento e facilitou a exploração da área.

O aumento dos incêndios na Amazônia foi notado até pela NASA, que divulgou fotos tiradas do espaço mostrando fumaça em torno da floresta amazônica. A Amazônia tenta resistir ao fogo com sua umidade natural, mas o aumento dos incêndios florestais na última década e, principalmente no último ano, pode ser atribuída a uma combinação de seca pelo desequilíbrio ecológico e às atividades humanas de exploração.

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