Elefantes caem bêbados após beberem vinho de milho na China

Elefantes caem bêbados após beberem vinho de milho na China

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Aproveitando-se do abandono populacional em diversas regiões abertas em território chinês, potencialmente causado pela intensidade do contágio do coronavírus que se iniciou em Wuhan, durante o mês de dezembro do ano anterior, diversas espécies animais estão peregrinando pelas planícies orientais, explorando novos nichos e buscando alternativas de lares, enquanto humanos evitam contato social e estão em suas casas forçados por medidas de quarentena.

Além do distanciamento humano, a natureza tornou muito mais saudável a exposição de grupos de animais, já que a poluição diminuiu consideravelmente em decorrência da ausência de ação do homem — algo que teve impacto direto na saúde de espécies marginalizadas pelos fatores ambientais.

Um dos eventos de exposição de animais foi o curioso caso dos elefantes de Yunan, província de Guangdong, na China, que, em busca de alimentos e água, invadiram uma planície local e decidiram devorar boa parte das hortaliças amadurecidas no campo. Segundo a publicação da Epicalyptic no Facebook, o time de 14 indivíduos acabou bebendo cerca de 30 quilos de vinho de milho, algo que definitivamente não iria terminar bem.

(Fonte: Epicalyptic/Facebook)(Fonte: Epicalyptic/Facebook)

Embriagados, os elefantes caíram de sono em um jardim de chá próximo à plantação e viralizaram nas redes sociais, com diversas páginas e usuários compartilhando suas imagens, nas quais estavam dormindo. Apesar de muitos terem considerado essa situação preocupante, por retirar os mamíferos de seu ambiente natural, outros acharam um registro superdivertido e fofo, mostrando os elefantes dormindo lado a lado e dignos de uma ressaca das boas.

(Fonte: Epicalyptic/Facebook)(Fonte: Epicalyptic/Facebook)

O fato é mais um que permite severas reflexões durante o período de quarentena, sendo necessário que o homem tenha lições e reflita tais aprendizados nos cuidados com o ambiente e os animais, respeitando seus hábitats e hábitos alimentares, higiênicos, nômades, além de tratá-los como parte viva da natureza e essencial para a manutenção do meio.

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