6 roubos de museu reais que parecem mentira!

Uma verdade sobre a vida é que arte é dinheiro e, se tem muito dinheiro envolvido no processo, uma hora será alvo de roubos. Para se ter ideia, atualmente o portal Art Loss Register, que funciona como o maior banco de dados do mundo sobre artes roubadas, contabiliza mais de 300 mil casos de obras furtadas em todas as partes do planeta.

Além das estatísticas impressionantes, esses números aumentam a um ritmo de 10 mil novos casos por ano, mostrando a força que o mercado paralelo de obras de arte tem nos bastidores. Pensando nisso, nós criamos uma lista com seis dos casos mais inacreditáveis de furtos artísticos em museus ao longo dos anos. Confira só!

 1. Nascimento de Jesus

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Pintada em 1906, uma das últimas obras do pintor italiano Caravaggio foi vítima de contrabandistas no fim de 1969. A Natividade com São Francisco e São Lourenço, que mostra o nascimento do menino Jesus rodeado da sagrada família, estava armazenada em uma igreja na Itália quando foi roubada.

Com mais de 2 metros de largura e altura, a pintura foi removida perfeitamente de sua moldura sem qualquer tipo de dano. O problema, entretanto, é que o paradeiro da obra permanece desconhecido pelas autoridades.

2. Túnel secreto

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Em 2002, a dupla Narciso Ramón Narvaes e Wilfrido Alvarez Cubas alugaram uma casa a 25 metros do Museo Nacional de Bellas Artes de Asunción, no Paraguai, como primeiro passo para um crime histórico. O plano dos dois era entrar no museu sem serem percebidos, usando um túnel secreto como estratégia. 

No dia 29 de julho daquele ano, os ladrões conseguiram acesso à galeria por meio do caminho subterrâneo e furtaram cinco obras de arte. Entre elas, pinturas de Esteban Murillo, Gustave Coubert e Adolphe Piot avaliadas em mais de US$ 1 milhão. Em 2008, algumas obras foram encontradas na casa de Rubén Darío Gonzáles, boliviano que teria sido o mandante do crime.

3. Mistério de 25 anos

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Durante 1990, 13 telas foram roubadas do museu Isabella Stewart Gardner, nos Estados Unidos (EUA). O conjunto, que foi avaliado em mais de US$ 500 milhões, incluía as pinturas Tempestade no mar da Galileia, de Rembrandt, e O concerto, de Vermeer. O crime foi feito por dois homens que se passaram como policiais e entrou para a história como um dos maiores crimes contra propriedade da história dos EUA. Foi necessário 25 anos para que o FBI identificasse os suspeitos. Em 2015, entretanto, foi relevado que os autores do crime já estavam mortos e não teriam suas identidades reveladas.

4. Duas toneladas de arte

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Por mais inacreditável que pareça, uma imponente escultura do britânico Henry Moore que pesava mais de 2 toneladas conseguiu ser roubada sem que ninguém notasse. Em 2005, dois carros invadiram o jardim da fundação beneficente que levava o nome do artista e, com a ajuda de um guindaste, levaram embora a obra abstrata conhecida como Reclining Figure LH608.

A escultura tinha o tamanho de um hipopótamo e era avaliada em US$ 3 milhões. Em 2009, a polícia local informou que o artefato havia sido perdido para sempre, uma vez que fora vendido como sucata por uma quantia inferior a US$ 3 mil.

5. Crime brasileiro

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Foram necessários apenas 3 minutos para que um grupo de bandidos conseguisse roubar as obras O Lavrador de Café, de Candido Portinari, e Retrato de Suzanne Bloch, de Pablo Picasso, do Museu de Arte de São Paulo (MASP) em 2007.

No dia 20 de janeiro, os ladrões aproveitaram o horário da troca de turno dos seguranças durante a madrugada para efetuar o crime. Por sorte, as pinturas foram encontradas intactas 18 dias depois em uma cidade na Região Metropolitana de São Paulo.

6. Roubo da Mona Lisa

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Até mesmo o maior museu do mundo não está livre de crimes. Em meados de 1911, a gloriosa pintura Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, foi roubada das paredes do Louvre. Naquela época, os franceses acordaram chocados com a notícia e até mesmo os artistas Pablo Picasso e Guillaume Apollinaire viraram suspeitos do crime.

Em 1913, contudo, foi descoberto que o real autor da peripécia havia sido o italiano Vincenzo Perugia, um funcionário do Louvre que simplesmente decidiu remover o quadro da parede e escondê-lo em seu casaco. 

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