Igualdade de gênero em relacionamentos: parte da geração Z aponta melhora

09/03/2023 às 11:002 min de leitura

O Bumble divulgou recentemente os resultados do relatório anual do "Estado da Nação". Trata-se de uma pesquisa realizada com aproximadamente 20 mil pessoas, em nove países, para tentar entender como elas encaram temas como igualdade de gênero em relacionamentos, na carreira, nas finanças e em outros aspectos das suas vidas.

Além disso, o Bumble também anunciou o apoio ao programa Next Movers. Ele é formado por mulheres que estão na liderança de organizações que abrem caminho para a equidade de gênero e o empoderamento feminino. Entre eles estão a Think Eva e a Think Olga — duas organizações irmãs que buscam educar e capacitar pessoas que se identificam como agentes de mudança na vida de mulheres —, e a La Cana — uma organização social que busca criar empregos justos e oferecer treinamentos para mulheres detentas, permitindo que elas ganhem uma renda fazendo produtos artesanais.

Abaixo você pode conferir os principais resultados do ‘Estado da Nação’.

Igualdade de gênero e no relacionamento

(Fonte: Getty Images)(Fonte: Getty Images)

O ponto que mais apresenta convergência entre os entrevistados é com relação à definição de igualdade de gênero. Para 93% deles, o termo significa que homens e mulheres são iguais e devem ter oportunidades iguais em todos os setores. Além disso, para 91% dos entrevistados, melhorar os direitos das mulheres também torna o mundo um lugar melhor para todos.

As diferenças de opiniões começam a aparecer quando se fala em igualdade de gênero dentro de um relacionamento. Além disso, a maioria dos entrevistados (87%) concordem que compartilhar o poder de modo similar resulte em uma melhor experiência na hora do sexo, e menos da metade deles (40%) acreditam que os relacionamentos funcionam melhor quando o homem assume a liderança — entre a Geração Z, essa estatística é um pouco maior, 53%.

E sobre quem deve tomar a iniciativa, o resultado mostra um perfil um pouco mais conservador e contraditório. Menos da metade (44%) dos entrevistados diz não se importar com quem inicia uma conversa com alguém de seu interesse — o Bumble é o primeiro aplicativo de relacionamento no qual a mulher inicia a conversa. E o número cai para 19% quando foram questionados se concordam que as mulheres devem dar o primeiro passo em um aplicativo de relacionamento.

Igualdade financeira e na carreira

(Fonte: Getty Images)(Fonte: Getty Images)

Na pesquisa, o Bumble também encontrou divergências entre o que as pessoas esperam e o que é vivenciado no trabalho. Para 83% das mulheres entrevistadas, a desigualdade nas conquistas profissionais é uma consequência da desigualdade na divisão da criação dos filhos leva à — apenas 76% dos homens concordam com essa afirmação.

Outro dado que apresenta uma diferença entre homens e mulheres é sobre o quanto uma mãe se sente mais culpada por passar mais tempo no trabalho para avançarem em suas carreiras do que os pais. Foram 85% das mulheres entrevistadas que concordam com essa afirmação, em comparação com os 71% dos homens.

Também foram 79% dos entrevistados, sendo 84% das mulheres, que acreditam que que uma mulher precisa se dividir entre carreira, relacionamento e família de uma forma que os homens não fazem.

E sobre a igualdade financeira dentro de um relacionamento, para 84% dos entrevistados, não há problema que pessoas em um casamento ou relacionamento de longo prazo tenham contas de banco separadas. Sendo que para 84% das mulheres entrevistadas, a falta de independência financeira é uma das principais razões pelas quais as mulheres permanecem em um relacionamento infeliz; enquanto 77% dos homens consideram o mesmo.

Fonte

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