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5 fatos sobre a monarquia britânica que parecem mentira

Quando falamos sobre a monarquia britânica, podemos relembrar várias coisas que envolveram a família real nos últimos séculos. Afinal, as inúmeras tramas familiares já se tornaram até mesmo enredo para séries de televisão, sua representatividade dentro da cultura britânica é algo sociologicamente estudado e por aí vai.

No entanto, algumas informações são inevitavelmente mais curiosas do que outras e também existem aquelas que são tão bizarras que parecem até mesmo mentira. Quer saber sobre o que estamos falando? Veja só essa lista com cinco fatos completamente inusitados sobre essa monarquia!

1. Todos os cisnes da Inglaterra são propriedade da realeza

(Fonte: Getty Images)(Fonte: Getty Images)

O cisne é visto como um animal belíssimo e bastante saboroso quando preparado na cozinha. No entanto, se essa é uma comida rara, pode-se dizer que na Inglaterra é ainda mais. O motivo? Matar cisnes é ilegal no país desde a década de 1980, uma decisão que tornou todos os cisnes da região propriedade da realeza.

Os cisnes ingleses são considerados "aves reais", embora um dia tenham feito parte da dieta das classes mais altas.

2. Rainha Elizabeth I e o comércio de escravos

(Fonte: Getty Images)(Fonte: Getty Images)

Entre todos os monarcas que lucraram com a escravidão, a Rainha Elizabeth I — que reinou entre 1558 e 1603 — foi uma das pessoas que mais impulsionou o comércio transatlântico de pessoas escravizadas. Durante seu reinado, mercadorias inglesas eram trocadas por escravizados na África, os quais eram enviados em navios negreiros e depois negociados por mercadorias no Novo Mundo.

Embora tivesse empregado alguns artistas africanos em sua corte, a presença de africanos na Inglaterra incomodava Elizabeth I. Tanto que, em 1596, ela emitiu um decreto para expulsar africanos do seu reino. 

3. Morte no 'trono'

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Nascido em Hanover, na Alemanha, Jorge II não era exatamente uma figura querida no Reino Unido. Ele possuía um forte sotaque alemão, um temperamento explosivo e foi amplamente criticado por sua grosseria. No entanto, os seus anos no trono testemunharam um tremendo crescimento na prosperidade e prestígio da nação.

O fim de sua vida, no entanto, não foi tão digno quanto sua trajetória no comando. Em 1760, Jorge II foi encontrado morto na privada de seu banheiro. Ao que tudo indica, o monarca teria feito muito esforço na hora de atender ao chamado da natureza e sofreu um aneurisma fatal da aorta. Bizarro, não é mesmo?

4. Guerra familiar

(Fonte: Getty Images)Ilustração da Batalha de Townton, em 1461. (Fonte: Hulton Archive/Getty Images)

Entre 1455 e 1487, o Reino Unido foi tomado pela Guerra das Rosas. O conflito começou quando Ricardo, duque de York, tentou tirar a coroa de seu primo mentalmente incapacitado, Henrique VI. No entanto, a tentativa falhou e Ricardo foi morto em batalha junto de seus aliados da poderosa família Neville.

A rivalidade familiar acabou sendo passada para as próximas gerações de Yorkistas, liderada por Warwick e pelo filho do duque, Eduardo. Em 1461, os Yorkistas terminaram vitoriosos na Batalha de Townton, Henrique VI foi deposto e preso, e seu lugar foi ocupado pelo de Ricardo. Assim, surgiu a coroação do rei Eduardo IV. 

5. Rainha Elizabeth II na Segunda Guerra Mundial

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Quando completou 18 anos em 1944, a então princesa Elizabeth decidiu ingressar na ATS, o ramo auxiliar feminino do Exército Britânico. Seu pai, o rei George VI, garantiu que ela não recebesse nenhuma posição ou privilégio especial. Foi assim que ela foi comissionada como subalterna, sendo posteriormente promovida a comandante júnior.

Elizabeth II aprendeu a dirigir e manter veículos do exército na Seção de Treinamento em Transporte Mecânico feita em Camberley. Com isso, passou a ser apelidada pela imprensa de "Princesa Mecânica", atuando nos bastidores da Segunda Guerra Mundial até a Alemanha se render no dia 8 de maio de 1945. 

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