É o fim da picada! Conheça mais sobre alguns animais venenosos
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É o fim da picada! Conheça mais sobre alguns animais venenosos

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Os animais venenosos desenvolveram diversos mecanismos que permitem que eles se protejam de possíveis predadores e ainda garantam suas presas. Basicamente, essas criaturas têm glândulas especiais para produzir o veneno e alguma estrutura pontiaguda o suficiente para atingir suas vítimas.

Porém, esses recursos variam bastante de espécie para espécie. No vídeo que você confere abaixo (com áudio e legendas em inglês), o curador Mark Siddall discute algumas características desses animais – preste atenção para saber exatamente o que evitar!

De acordo com Siddall, os animais apresentam várias maneiras de liberar veneno. Uma delas é através de mordidas – ataques que contam com presas que costumam estar associadas a algum tipo de glândula modificada, que podem ser salivar ou não. Essas glândulas são responsáveis pela produção do veneno. As cobras são os principais exemplos de animais que se encaixam nessa categoria. No caso dos monstros-de-gila – lagartos nativos do sudoeste dos Estados Unidos –, a força da mordida pressiona duas glândulas que ficam sob os lábios do animal e fazem com que o veneno seja liberado.

Agora, quando falamos em insetos e outros artrópodes, não podemos nos esquecer dos ferrões. Vespas, formigas, abelhas e escorpiões são algumas das criaturas que possuem ferrões. Curiosamente, o curador aponta que primariamente esse tipo de estrutura pontiaguda era utilizado para depositar ovos.

No caso dos mamíferos, precisamos falar dos ornitorrincos, que possuem esporões venenosos nas patas traseiras que são usados para competir com outros machos. E ainda temos os espinhos, que nada mais são do que uma modificação da espinha dorsal de alguns animais. Se você pisar acidentalmente em um peixe-pedra, um espinho vai entrar no seu pé, e a força da pisada pressionará a glândula, fazendo com que o veneno seja liberado. As vítimas do peixe-pedra podem adoecer e, em raros casos, até morrer.

Shutterstock

Alguns dos animais mais antigos de que se tem notícia também apresentam essas características. Os cnidários – como águas-vivas, caravelas ou anêmonas-do-mar – têm esse nome por causa da presença dos cnidócitos, que são células urticantes que podem estar em diferentes partes do corpo, principalmente nos tentáculos. Quando sofrem atrito, essas estruturas estouram e liberam um minúsculo espinho que costuma ser venenoso.

Mas, de acordo com o especialista, a vantagem de ser um animal venenoso é que os outros animais identificam essa característica rapidamente, e eles nunca se atreveriam a mexer com você!

*O vídeo faz parte da campanha de divulgação do Museu Americano de História Natural.

*Publicado em 11/6/2014

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