Os mais bizarros ritos de passagem em diferentes culturas
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Os mais bizarros ritos de passagem em diferentes culturas

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Antigas tribos indígenas de todo o continente americano tinham como hábito enviar os jovens aspirantes a guerreiros ou governantes sozinhos em missões, para encontrar a direção de suas próprias vidas e sobreviver na natureza selvagem; esses eram ritos de passagem para a idade adulta. E não eram os mais loucos. Veja alguns outros:

Algonquinos

Amor enfraquece, segundo a tribo dos algonquinos. Pelo menos, é a impressão que eles passam, considerando que o seu rito de passagem envolve tomar uma droga chamada wysoccan, que apaga todas as memórias da infância.

Fulas

Na África Ocidental, as mulheres fulas só podem se casar depois de suportarem uma tatuagem dolorosa feita no rosto com um pedaço afiado de madeira. Se elas choram ou gritam, o ritual é pausado e só volta a ser repetido no futuro, quando estiverem prontas.

Hamar

Os jovens são obrigados a passarem por uma roda de açoitamento para que as cicatrizes sempre os lembrem da dor que foram capazes de suportar pela iniciação. Depois, eles saltam sobre quatro bois agrupados para encerrar o ritual. Ah, mencionamos que eles precisam fazer isso nus?

Okrika

Chegou a hora de se casar, mas primeiro as jovens nigerianas da tribo Okrira precisam terminar o affair que começaram na infância com espíritos da água. Para isso, elas passam dias cantando músicas tradicionais para eles.

Esparta

Uma vez por ano, jovens espartanos de no mínimo 12 anos eram obrigados a participar da Cripteia, uma “guerra” contra escravos hilotas, na qual eles usavam todas as técnicas que aprendiam na agoge para capturá-los e matá-los.

Massai

Sabe aquela expressão: "matando um leão por dia"? Talvez essa seja a origem. A cada geração, os futuros guerreiros massai, que moram em regiões da Tanzânia e do Quênia, são circuncidados e treinados em acampamentos. Para serem aceitos como adultos, eles precisam dar conta de um dos reis da selva usando apenas uma espada.

Matis

Essa tribo brasileira tem um colírio natural que é um veneno — literalmente! Só que essa substância melhora a visão durante a caça. Depois desse início, eles são espancados e chicoteados por membros do próprio grupo e devem injetar neles mesmos a toxina da rã kambô.

Mentawai

Fale mais sobre a cultura da beleza... Os nativos das ilhas Mentawai acreditam que, se suas almas ficarem insatisfeitas com a aparência de seu corpo, eles morrem. É por isso que, ao atingirem a puberdade, as jovens afiam os próprios dentes, para se sentirem mais bonitas.

Vanuatu

Uma torre de madeira com 30 metros e um rapaz amarrado pelos pés por um tipo de cipó mais elástico do que o normal. Depois de treinar por vários anos, os jovens moradores da ilha de Pentecostes, na República de Vanuatu, saltam para provar que já são adultos. O objetivo é encostar os cabelos no chão — mas sem morrer, claro.

Sâmbia

Aos 7 anos, os meninos são separados das suas mães e forçados a viver em uma cabana somente com homens pelos 10 anos seguintes, tempo em que eles passam por toda a sorte de provações, como forçar o sangramento no nariz e o vômito, até que sejam considerados homens.

Ticuna

As meninas Ticuna, na ocasião da menarca, são trancadas em uma câmara, isoladas da sociedade; espera-se que encontrem o submundo. Depois de um tempo, elas são libertadas. Porque não basta menstruar, não é mesmo?

Xhosa

A circuncisão faz parte do ritual dos Xhosa, na África do Sul; mas eles passam por isso isolados em uma cabana na floresta, só saindo quando estiverem curados.

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