Olhe a lagosta — raríssima — que um pescador capturou no Canadá!
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Olhe a lagosta — raríssima — que um pescador capturou no Canadá!

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Viu só a cor da lagosta da imagem? Você pode conferir a foto novamente a seguir, mas a criatura, que mais parece um unicórnio no corpo de uma lagosta (repare na tonalidade do bicho!), foi capturada no litoral do Canadá e consiste em um exemplar incrivelmente raro. Veja só que cores mais sensacionais: 

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Uma publicação compartilhada por Robinson Russell (@robinsonfrankrussell) em

Animal incomum

De acordo com Lily Feinn, do site The Dodo, a inusitada lagosta foi descoberta em novembro do ano passado em Grand Manan, que fica no litoral de New Brunswick, por um pescador chamado Robinson Russell. Segundo contou o homem, ele se dedica a capturar esses animais há mais de duas décadas e nunca, jamais, tinha se deparado com um exemplar com essas características!

Como você viu na imagem, a lagosta parece quase translúcida, e seu corpo dá a impressão de brilhar em tons de rosa, violeta e azul. E, para a alegria de todos, em vez de parar em alguma panela, o exemplar foi doado por Russel a um centro de estudos marinhos chamado Huntsman Marine Science Centre, situado em New Brunswick.

Lagosta raraEla foi poupada de ir para a panela (Mental_Floss)

Outra boa notícia é que o pessoal do centro de pesquisas não sacrificou o crustáceo — para poder estudar a criatura em mais detalhe, por exemplo — e colocou o animal em exposição. Aliás, segundo os pesquisadores da Universidade do Maine, que também deram uma boa olhada na lagosta, sua pigmentação é tão rara que só ocorre uma vez a cada 100 milhões de exemplares, o que significa que ela é tão incomum na natureza quanto as lagostas albinas (veja uma imagem abaixo):

Lagosta albinaLagosta albina (Daily Mail)

Sobre a razão de o crustáceo ter cores tão peculiares, enquanto a maioria das lagostas tende a apresentar coloração cinzenta e marrom — se tornando vermelhas ou alaranjadas depois de serem cozidas —, os cientistas explicaram que o exemplar descoberto no Canadá nasceu com uma mutação que afeta os pigmentos presentes em sua carapaça. Vale lembrar que, ademais de indivíduos cor de unicórnio, já foram capturados animais azuis, “meio a meio” e amarelos pelo mundo.

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