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Células T podem ser esperança na luta contra a covid-19

A busca por uma forma de tratar as pessoas que estão contaminadas com o novo coronavírus, causador da covid-19, tem sido continua e até frenética. Para encontrar soluções, médicos e pesquisadores do mundo todo estão fazendo inúmeros estudos nos pacientes de Sars-CoV-2. 

Recentemente, um grupo de estudiosos do Reino Unido descobriu uma ligação entre a célula T e os casos mais graves da covid-19. 

(Fonte: Pexels)(Fonte: Pexels)

A descoberta envolvendo a célula T

Recentemente, estudiosos perceberam que pacientes dos casos mais graves do novo coronavírus apresentavam um baixíssimo indíce de uma célula imune conhecida como célula T ou linfócitos T.  O resultado veio em um estudo feito por pesquisadores do hospital Guy's e Saint Thomas, em conjunto com cientistas do Instituo Francis Crick e do King's College London, uma das universidades mais conceituadas do Reino Unido. 

Durante as pesquisas, eles testaram células imunológicas de 60 pacientes e perceberam a falta da célula T. Em casos de adultos saudáveis, 0,001 mililitros de sangue contém entre 2 mil e 4 mil destas células. Porém, pessoas contaminadas pela covid-19 apresentam entre 200 e 1,2 mil linfócitos T, ou seja, menos da metade do valor normal. No hospital Guy's e Saint Thomas, por exemplo, a contagem de 70% dos pacientes apresenta um valor entre 400 e 800 células T por exame. 

(Fonte: Pexels)(Fonte: Pexels)

Segundo os envolvidos na pesquisa, elas servem para proteger o nosso corpo contra infecções e, de alguma forma, o novo coronavírus afeta elas, o que diminui a proteção do organismo. 

Uma possível solução

O remédio Interuleucina 7 funciona para aumentar o número de células T no corpo e, pensando nisso, os pesquisadores estão avaliando a possibilidade de utilizar ele no tratamento dos casos graves da covid-19. 

Segundo informações, serão feitos testes em alguns pacientes que apresentem os baixos indíces de linfócitos T. Eles receberam doses da medicina diariamente pelo período de três dias. A expectativa dos médicos é de que, ao ministrar o remédio, os doentes tenham uma melhoria em seus quadros e que, talvez, as infecções virais sejam eliminadas.

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