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6 coisas que você deve saber antes de fazer um teste de DNA

Ao passo que realizar testes de DNA se tornou algo mais comum e de fácil acesso para as pessoas, mais dúvidas surgem sobre esse processo. Quando você recebe o kit de testagem, você será instruído a seguir uma série de recomendações para que o laboratório possa colher uma amostra do seu DNA. Isso pode ser desde um pouco de saliva em um tubo ou uma amostra coletada por meio de cotonete no interior da sua boca.

Porém, para que tudo isso serve? Hoje nós vamos esclarecer algumas das maiores dúvidas a respeito dos testes de DNA e trazer outras informações importantes sobre esse processo para que você se mantenha atualizado. Preste atenção!

1. Entendendo os testes de DNA

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Afinal, por que alguém realizaria um teste de DNA? Essa pequena amostra de material genético pode dizer muito sobre nós mesmos. Ao analisarmos o DNA de perto, podemos nos aprofundar sobre várias de nossas "funções" presentes no código genético, tal como informações sobre saúde e estilo de vida.

Alguns testes genéticos são extremamente eficientes para compreendermos o histórico de nossas famílias. Isto é, ajudando você a entender sua árvore genealógica, os padrões de migração de seus ancestrais e até mesmo identificar parentes que você nunca soube que tinha.

2. Riscos de privacidade

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

É importante estar atento a todo tipo de informação, pois os testes de DNA carregam dados extremamente relevantes sobre a sua genética. Portanto, empresas que não estabelecem um contrato de confidencialidade e proteção de dados podem usar suas informações para meios não tão interessantes.

Além disso, testes de DNA podem carregar informações que talvez você não esteja preparado para ouvir. Um dos exemplos disso são os casos de paternidade atribuída incorretamente ou dados chocantes sobre o histórico familiar.

3. Escolhendo o serviço de testagem

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Antes de realizar um teste de DNA, é importante buscar mais informações sobre o local onde você será testado. Quanto maior for a base de dados deles, maiores serão as chances de você descobrir mais coisas sobre o histórico da sua família ou até mesmo um parente perdido por aí.

Quando se trata de informações sobre saúde e estilo de vida, os testes de DNA usam algumas das mesmas informações. Este é realmente um processo de correspondência, mas em vez de procurar por membros da família, o provedor de teste procura características correspondentes, particularmente marcadores genéticos para certas doenças e características.

4. Estrutura do DNA

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

De maneira resumida, o DNA é um código. A ordem e combinação desse código fornece instruções para que o organismo crie matéria orgânica. Segmentos de DNA convertem aminoácidos em proteínas. Proteínas, por sua vez, fazem todo tipo de coisa, incluindo gerar novas células.

E assim formam-se os tecidos, órgãos e a nossa existência. Longas fitas de DNA são chamadas de cromossomos. Esses cromossomos são passados de pai e mãe para filho. O DNA da criança contém um código que representa as características de ambos os pais.

 5. As limitações das testagens

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Os cromossomos funcionam quase como a impressão digital de cada um de nossos pais. Por isso, mesmo irmãos de pais ou mães diferentes compartilham uma boa quantidade de informações. O mesmo vale para os primos, mas dessa vez em uma quantidade menor e por aí vai.

Quanto mais procuramos pelo passado, menos informações sobre o sequenciamento genético irão coincidir com nossos antepassados. Por isso, existe um determinado limite para quanto conseguimos "voltar no tempo" e tudo isso depende do tipo de testagem adotada.

6. Os tipos de teste

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Normalmente, existem três tipos de testes diferentes: Autossômico, Y-DNA e mtDNA, sendo o primeiro o mais comum entre eles. Eles podem ser administrados a homens e mulheres e remontar à linhagem de ambos os sexos. O teste de Y-DNA só pode ser feito com homens e rastreia o DNA de volta à ancestralidade patrilinear (basicamente de pai para avô e bisavô).

O mtDNA, por outro lado, foi criado para as mulheres e acompanha a ancestralidade matrilinear. Os testes autossômicos podem fornecer informações genéticas de qualidade que remontam a quatro ou cinco gerações de uma família. Como os testes de Y-DNA e mtDNA são mais focados em um lado da linha, você pode obter informações mais antigas, mas com menos dados sobre a estrutura familiar.

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O teste faz o mapeamento genético e te mostra suas ancestralidades. Você pode fazer o teste em casa, por saliva, e mandar para o laboratório analisar.

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