Conheça 'o homem mais estiloso da África' em tempos de covid-19

Conheça 'o homem mais estiloso da África' em tempos de covid-19

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Roupa social e muitos acessórios são itens indispensáveis para James Maina Mwangi, queniano de 59 anos que se autoproclama o "homem mais estiloso da África". Sua combinação de peças cria um visual vibrante que certamente enche a autoestima do africano, responsável por chamar a atenção de todos que passam ao seu lado.

Outro detalhe do look é a a utilização de máscaras faciais, já que a crise pandêmica em seu país ainda está com o alerta ligado sobre a importância do uso da proteção. Porém, pelas fotos espontâneas para as quais o africano posa, a máscara surge mais como peça de valor do que como obrigatoriedade, deixando-o bem à vontade para exibi-la livremente.

(Fonte: James Maina Mwangi/Facebook)(Fonte: James Maina Mwangi/Facebook)

Segundo o homem, a inspiração para se vestir com cores tão fortes surgiu através de intervenção divina. "Os homens sabiam usar roupas em preto, marrom, cinza ou azul escuro. Essas eram as cores deles," disse James, em entrevista ao Reuters. Deus me deu sabedoria e me mostrou todas as cores diferentes que posso usar para ser diferente de todos os outros."

(Fonte: James Maina Mwangi/Facebook)(Fonte: James Maina Mwangi/Facebook)

Verde, amarelo, azul, vermelho, estampas quadriculadas ou lisas, não importa. Para o queniano, o importante é exibir o melhor de cada coloração e da forma mais chamativa possível ao realizar uma combinação incrível de peças que definitivamente não é comum.

A autoproclamação

Com uma infância complicada em que a situação financeira de sua família não era das melhores e seu pai sempre lutava para dar o melhor para o filho, a vida chegou a machucar bastante James. Abandonando a escola aos 12 anos de idade por não conseguir sustentá-la, sua única opção foi tentar desenvolver habilidades em vários serviços enquanto orava para Deus lhe dar algo para se destacar.

(Fonte: James Maina Mwangi/Facebook)(Fonte: James Maina Mwangi/Facebook)

Ao profetizar que seria "uma estrela", o africano finalmente ganhou os holofotes que tanto desejou e, já com mais de 160 ternos, 200 pares de sapatos e 300 chapéus em seu armário, virou figura pública do Quênia, fato que enriqueceu seu ego e o fez se autoproclamar o "homem mais inteligente da África" e o "mais estiloso".

Atualmente, trabalha como "faz-tudo" e serve sua Igreja em Nairóbi.

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