Atualmente, não é nada difícil encontrar pessoas com seus celulares em mãos a todo o momento, inclusive quando estão andando pelas ruas – vale lembrar que isso é bastante perigoso, tanto por questões de furto quanto por segurança, já que acabamos não prestando atenção em veículos e outros elementos importantes do trânsito.

Ver esse tipo de cena em um quadro de 1860, no entanto, não faz muito sentido, certo? Tudo começou quando Glaswegian Peter Russell fez uma visita ao museu Neue Pinakothek, em Munique, e se deparou com o quadro “The Expected One”, de Fernidand Georg Waldmüller.

Semelhanças

Na obra, vemos uma mulher caminhando e com a concentração voltada a um objeto que está em suas mãos e que parece ser um celular. Ela está tão voltada para o objeto que nem percebe que há um homem a esperando com flores mais à frente.

Obviamente, ainda que exista semelhança entre o objeto que a moça segura em mãos e os celulares de hoje em dia, ela certamente não está conferindo suas redes sociais.

De acordo com Russell, qualquer pessoa que tivesse visto a obra na época em que ela foi feita reconheceria o objeto nas mãos da garota: trata-se de um livro de hinos de igreja ou de um livrinho de oração – ou seja: ela realmente não estava escolhendo filtros no Snapchat.