12 fotos incríveis finalistas de concursos da National Geographic

12 fotos incríveis finalistas de concursos da National Geographic

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A revista National Geographic promove anualmente um dos mais disputados concursos de fotografia que existem — o National Geographic Photo Contest —, e, assim como nos anos anteriores, a edição de 2019 apresenta registros que são verdadeiras obras-primas da 'oitava' arte. O período de inscrições terminou na última sexta-feira, 3, e as candidaturas foram divididas em três categorias: natureza, cidades e pessoas.

O grande vencedor do concurso, que será anunciado em junho, receberá US$ 7,5 mil e terá sua imagem divulgada na conta oficial da revista no Instagram, seguida por mais de 30 milhões de usuários. Já os primeiros colocados em cada uma das categorias levarão para casa US$ 2,5 mil. Na sequência, você confere algumas das fotografias participantes que mais chamaram a nossa atenção:

1. Maternidade, por Sonalini Khetrapal

Nesse registro, feito no Quênia, vemos uma leoa carregando o filhote que estava prestes a cair de um penhasco. A forma como ela o pega parece agressiva, mas, de acordo com a autora da foto, esta é uma maneira bastante agradável de ele ser colocado de volta em um lugar seguro.

(Reprodução/Sonalini Khetrapal)

2. Glitz & Grit, por Gonçalo Lobo Pinheiro

O contraste entre um bairro antigo e o moderno hotel, em Macau, na China.

(Reprodução/Gonçalo Lobo Pinheiro)

3. Hi-five entre ursos polares, por Michele Theall

Não foi fácil, mas a fotógrafa Michele Theall conseguiu registrar o momento em que dois filhotes de urso polar brincavam na neve. A cena aconteceu em Kaktovik, no Alasca.

(Reprodução/Michele Theall)

4. A ponta do iceberg, por David Edgar

Podendo medir até 15 metros de comprimento, as baleias-jubarte impressionam pelo tamanho. Neste registro, feito perto do litoral de Tonga, no Pacífico Sul, vemos uma brincalhona baleia adolescente indo em direção à superfície.

(Reprodução/David Edgar)

5. Via Láctea vista do Pagode Chureito, por Yukihito Ono

Abaixo, vemos um belo registro da Via Láctea, das cerejeiras em flor e do Pagode Chureito, cartão-postal da cidade de Fujiyoshida — localizada a cerca de 110 quilômetros da capital do Japão, Tóquio.

(Reprodução/Yukihito Ono)

6. Vale dos Sonhos, por Gokul Kanagarajah

Para capturar este pôr do sol nos Alpes Italianos, o autor do registro precisou pedalar 5 quilômetros do hotel em que estava hospedado. O esforço, como você pode notar, não foi em vão.

(Reprodução/Gokul Kanagarajah)

7. Pego no ato, por Michelle Theall

Durante um safári no Quênia, esta fotógrafa conseguiu fotografar dois homens da etnia Maasai tirando selfie com um smartphone. "Parece que a tecnologia invade todos os espaços do nosso mundo", relatou ela.

(Reprodução/Michelle Theall)

8. A grande migração de gnus, por Penny Hegyi

Considerada uma das maiores da Terra, a migração de gnus — que acontece anualmente nas planícies da Tanzânia e do Quênia — rende cenas espetaculares aos fotógrafos da vida animal. Quando atravessam rios, muitos desses animais sobrevivem; mas alguns não têm a mesma sorte e são atacados por crocodilos à espreita.

(Reprodução/Penny Hegyi)

9. A importância das reservas marinhas, por Rachel Stewart

Na costa leste da Nova Zelândia se situam as ilhas Poor Knights — uma reserva marinha que abriga inúmeras cavernas subaquáticas. Em abril, a fotógrafa Rachel Stewart registrou essa cena de tirar o fôlego da melhor amiga mergulhando em uma delas.

(Reprodução/Rachel Stewart)

10. Nascer do Sol no Taj Mahal, por John O.

Amanhecer visto atrás do Taj Mahal, o mais famoso ponto turístico da Índia. 

(Reprodução/John O.)

11. Terra congelada, por Alessandra Meniconzi

O último inverno para quem vive próximo ao lago Khuvsgul, na Mongólia, foi diferente. A sua superfície congelada derreteu mais rápido do que o normal, e, como o gelo não foi tão espesso como antigamente, sons assustadores de rachaduras eram emitidos durante a passagem de trenós.

(Reprodução/Alessandra Meniconzi)

12. Flecha de Notre-Dame, por Florent Serfati

Registro do momento exato da queda da flecha da catedral de Notre-Nome, em Paris, após incêndio em 15 de abril. O pináculo era o ponto mais alto da construção, inaugurada no século 14.

(Reprodução/Florent Serfati)

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