Confira 4 armas letais do passado que você talvez desconheça

Confira 4 armas letais do passado que você talvez desconheça

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Seria interessante que as viagens no tempo fossem possíveis e que pudéssemos trazer guerreiros do passado até a nossa era para que eles vissem o quanto as armas evoluíram. No entanto, embora os artefatos que eles usavam pareçam rudimentares aos nossos olhos, uma coisa da qual não podemos acusar os nossos antepassados é de que eles não fossem engenhosos! A seguir, você conferir 4 armas letais – selecionada a partir de um artigo de David Hughes, do site ListVerse – que já foram usadas ao longo da História.

1 – Khopesh

(Fonte: Imgur / TheEy3ofRa / Reprodução)

Origem: Mesopotâmia.

Quando foi desenvolvida: há 4,5 mil anos, mais ou menos.

Uma das armas de guerra mais antigas da humanidade, o Khopesh era todo feito de metal e consiste em uma mistura de foice com machado que precedeu as espadas – como conhecemos hoje em dia. Ele surgiu na Mesopotâmia por volta do ano de 2,5 mil a.C. e caiu no gosto dos antigos egípcios, mas como era caríssimo de ser produzido, apenas guerreiros profissionais e membros da elite podiam arcar com os custos de ter um. Mas eram eficazes, viu: as lâminas curvas eram reforçadas e muito afiadas, o que permitia que os Khopesh fossem usados tanto para golpear armaduras e escudos como para ferir os inimigos, e as pontas funcionavam como uma espada. Mais tarde, uma versão modificada dessa arma se tornou bastante popular no Oriente Próximo.

2 – Kpinga

(Fonte: Twitter / @hardideaent / Reprodução)

Origem: norte da África Central.

Quando foi desenvolvida: por volta do ano 5 mil a.C.

Desenvolvida pela cultura Azande, originária da Núbia – norte da África Central –, a Kpinga consistia em uma faca composta por 3 lâminas que se projetavam em ângulos diferentes que era lançada contra os inimigos durante os embates, geralmente a distâncias de 10 metros. O que tornava essa arma tão letal é que a orientação das lâminas praticamente garantia que uma delas se cravaria no corpo do oponente, e ela podia ser atirada de diversas formas, dependendo o estrago que se pretendia causar nos rivais. Assim como o Khopesh, a Kpinga era extremamente valiosa e somente os guerreiros de elite podiam ter uma, tanto que, muitas vezes, a arma fazia parte do dote que o noivo dava à família da noiva nos casamentos.

3 – Bagh Nakh

(Fonte: Science Museum Group / Reprodução)

Origem: Índia.

Quando foi desenvolvida: não se sabe.

O nome desta arma pode ser traduzido como “garra de tigre” e, embora não se saiba quando, exatamente, ela foi desenvolvida, a Bagh Nakh se tornou bastante popular após ser adotada pelos guerreiros Nihang no século 17. O artefato contava com 4 ou 5 “unhas” afiadas e podia ser equipado com facas e outras lâminas – e, como você deve ter deduzido pela imagem, era usado para rasgar a carne dos oponentes durante as batalhas. Os ataques, aliás, aconteciam de surpresa, já que os soldados costumavam ocultar suas Bagh Nakh em seus turbantes e, apesar de se tratar de uma arma pequena, os golpes podiam inclusive levar os inimigos à morte.

4 – Scudo Lanterna

(Fonte: Twitter / @cyangmou / Reprodução)

Origem: Itália.

Quando foi desenvolvida: durante a Renascença.

Como o próprio nome sugere, o Scudo Lanterna consistia em um escudo equipado com orifício ou gancho para acomodar uma lanterna. Desenvolvido durante a Renascença, na Itália, esses artefatos eram usados em duelos que ocorriam à noite ou ao alvorecer nos séculos 15 e 16 – e a fonte de luz tinha como principal objetivo prejudicar a visão do oponente. No entanto, com o tempo, os elaborados Scudo Lanterna foram ganhando outros apetrechos também, como lanças, lâminas de espada, manoplas e até mecanismos que permitiam encobrir ou exibir a lanterninha.

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