Pirâmide de Djoser: a mais larga e antiga pirâmide do Egito

Pirâmide de Djoser: a mais larga e antiga pirâmide do Egito

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A Pirâmide de Djoser, também conhecida como "Pirâmide dos Degraus", é a mais velha e larga das construções monumentais do Egito, além de ser a mais antiga estrutura de pedra do mundo (acredita-se que ela tenha mais de 4,7 mil anos de vida). Em 2006, ela foi fechada para restaurações e agora, 14 anos depois, foi reaberta ao público e está completamente renovada.

A história da Pirâmide de Djoser

Como citado, a construção tem aproximadamente 4,7 mil anos e foi erguida durante o reinado do faraó Djoser — um dos reis da Terceira Dinastia do Egito antigo — para homenageá-lo. Ela é feita de calcário e está no coração do Complexo de pirâmides de Saqqara, uma reconhecida necrópole.

A supervisão da construção foi feita por Imhotep, que era a mão direita de Djoser. Ele planejou uma obra de 60 metros, com um terraço de degraus de 6 pilhas sobre o túmulo da estrutura, o qual foi construído com 28 metros de profundidade e 7 metros de largura. Entre os historiadores, Imhotep ganhou o status de um dos maiores arquitetos do mundo antigo.

Em 2007, um documentário feito pelo Dr. Zahi Hawass mostrou como estava o monumento e contou um pouco da história da conhecida Stairway to Heaven (tradução: "Escadaria para o Céu"), confira!

A reconstrução

A restauração da Pirâmide dos Degraus começou em 2006 e durou 14 anos. As reconstruções tinham como principal objetivo tratar dos ambientes internos e externos da edificação com o intuito de impedir que as paredes deteriorassem e colapsassem. Os especialistas agiram de maneira meticulosa para restaurar o caminho de fora que levava até a pirâmide e os corredores internos que vão até câmara funerária — onde fizeram também a restauração do sarcófago do faraó Djoser e das paredes da tumba.

A restauração do monumento em 2010. (Fonte: Wikimedia Commons)

Foram instalados também acessos para pessoas com deficiência e novos sistemas de iluminação, tanto dentro como fora da pirâmide. Durante todo o processo de restauração, a obra foi suspensa por um tempo por conta da Primavera Árabe, mas voltou com força total ao final do conflito.

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