Como funciona um disco de vinil?

Você já parou para pensar como os discos de vinil funcionam? Quando olhamos de longe, parece ser completamente impossível que aquela enorme bolacha preta achatada seja capaz de transmitir qualquer tipo de som, inclusive os mais complexos como músicas de todos os gêneros.

Porém, nem tudo ocorre como os olhos enxergam. A realidade por trás da aparência simples do vinil reúne uma série de detalhes fundamentais para essa ser uma das plataformas de música mais tradicionais de todos os tempos e apreciada por admiradores no mundo todo até os dias atuais. Vamos aprender um pouco mais sobre!

Entendendo o disco de vinil

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay/Reprodução)

Para entendermos como um disco de vinil funciona, precisamos ter noção do que são as ondas sonoras. Sons são produzidos através de vibrações que viajam pelo ar no formato de ondas, que nada mais são do que partículas vibrantes. Essas ondas, então, transferem energia da fonte do som para os arredores.

Nossas orelhas são responsáveis por captar essas ondas sonoras quando elas fazem nossos tímpanos vibrarem. Quanto maior a vibração, maior o som. Todo disco de vinil é feito com ranhuras em sua superfície, que funcionam basicamente como a “digital” de uma onda sonora.

Quando a agulha de uma vitrola passa por essa ranhura, a onda sonora que foi gravada no vinil é passada para o amplificador — a grande concha que fica na parte de cima das vitrolas. Nesse espaço, o som será amplificado para chegar no nosso ouvido com um volume maior. Dessa forma, nós conseguimos captar e compreender tudo que foi gravado naquelas pequenas ranhuras. 

A história do vinil

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay/Reprodução)

Antes de a sociedade ter descoberto como gravar uma canção e reproduzi-la, a única forma que os seres humanos tinham de ouvir música era tocando por conta própria. Por isso, quando Thomas Edison inventou um pedaço de metal capaz de emitir sons em 1877, esse evento foi revolucionário para a nossa história na Terra.

Posteriormente, o termo “gramofone” foi cunhado por Emile Berliner para representar um aparelho que reproduzia discos de corte lateral que emitiam sons, comercializados pela primeira vez na Europa em 1889. O auge do vinil, entretanto, ocorreu entre 1948 até 1988, quando os chamados Long Playing Records (LPs) ou discos de vinil despertaram o interesse de muita gente.

Em 1988, os CDs superaram as vendas dos vinis pela primeira vez, fazendo com que os grandes discos pretos fossem deixados de lado por um tempo. Entretanto, a qualidade do som e a ascensão dos estilos de moda “vintage” fizeram com que eles voltassem a ser desejados mais recentemente.

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