A gente já contou aqui no Mega a história das decapitações, que teriam começado lá na Idade da Pedra e resistem como forma de punição até os dias atuais. Em 1792, o francês Joseph-Ignace Guillotin, que era contra a pena de morte, criou um dos instrumentos mais famosos na arte de cortar a cabeça: a guilhotina! Segundo ele, a morte instantânea e indolor. Será?

Segundo o psicólogo Roger Kryson, no site Quora, a guilhotina realmente não causa dor, já que corta a ligação entre os nervos da coluna e o cérebro de forma muito rápida! A geringonça tem uma lâmina de quase 5 kg que atinge uma velocidade de 65 km/h. A morte seria tão automático que você nem sequer sentiria o frio da lâmina em seu pescoço.

Rápido e indolor

Além disso, Kryson também comenta os relatos de espasmos musculares vistos em decapitados pela guilhotina: tratam-se de movimentos naturais, mas que não significam dor para o recém-falecido. Nos cinco primeiros minutos após a morte, seja ela por decapitação ou natural na cama do quarto, é normal notar alguns espasmos, movimentações nos olhos e até mesmo nos intestinos. Só que a partir do momento em que você está morto, nenhum outro sentimento te aflige – e isso inclui a dor.

Alguns resquícios de atividade cerebral podem até existir após a morte e são eles os responsáveis por movimentos involuntários do corpo, porém, não significa que aquele corpo sem vida possa sentir alguma dor. A partir do momento em que a cabeça é cortada, os receptores de dor deixam de enviar sensações para o cérebro. Mesmo assim, eu não quero nunca tirar a prova dos noves dessa história aí, hein?