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Seu bichinho de estimação pode ser alérgico a você

Você provavelmente conhece alguém que possui alguma alergia a animais de estimação, como cães e gatos – se é que você mesmo não tem esse problema. Esse é o tipo mais comum de alergia, sendo causado principalmente por restos de pele do animal suspensos no ar. Tapetes e estofados ajudam a propagar a alergia por acumularem epitélios e pelos dos bichinhos e devem ser evitados por quem sofre com isso.

Porém, o que muita gente não sabe é que os cães e os gatos também podem ser alérgicos aos seres humanos! Tal como em pessoas, a alergia dos pets pode causar muito desconforto e sofrimento, mas raramente é algo fatal. O sistema imunológico dos bichinhos reconhece algum alérgeno como substâncias perigosas e reage de maneira extrema, normalmente com espirros.

Os principais agentes causadores de alergias em animais domésticos são os alimentos, as picadas de pulgas e o ambiente. O problema alimentar afeta 10% dos gatos, normalmente intolerantes a leite, carne bovina, frango e peixe. Já os cães, além das mesmas dos animais, reagem com cordeiro, soja e ovos de galinha.

A saliva das pulgas ativa uma reação alérgica dermatológica bastante intensa e incômoda, então as picadas devem ser tratadas com a maior agilidade possível. Já a alergia ambiental é normalmente causada por grama ou pólen. Essa condição normalmente é genética, causando asma e bronquite crônica nos animais.

E assim como nós somos alérgicos aos vestígios de pele de cães e gatos, eles também podem ser alérgicos a restos dos humanos. A nossa caspa é um dos agentes alérgenos que podem incomodar bastante os coitadinhos, então trate primeiro o seu problema para isso não os afetar!

Caso o seu cão ou gato comece a ter dificuldades para respirar, isso é um dos sinais mais claros de que ele está passando por uma reação alérgica. Felizmente, é possível tratar esse problema com remédios anti-inflamatórios inaláveis, como vaporzinhos, que ajudam a liberar os canais respiratórios dos pets. E se a situação for recorrente, é possível tratar com anti-histamínicos – tudo, é claro, com prescrição veterinária.

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