Este casal de pinguins de “asinhas dadas” vai alegrar o seu coração
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Este casal de pinguins de “asinhas dadas” vai alegrar o seu coração

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Pode ser que você já tenha visto alguma foto em que pinguins aparecem tocando a asa um do outro, dando a impressão de estarem de “asinhas dadas” — e pode ser que você tenha pensado que a pose foi encenada ou que a coisa toda não passa de uma mágica dos editores de imagens. Pois um videozinho compartilhado no Twitter mostra que, ao que tudo indica, o clima de romance rola solto na natureza, sim! Veja que amor:

Casais duradouros

De acordo com Mike Brown, do site Inverse, a cena foi registrada em uma praia na África do Sul, e a verdade é que os pinguins estão entre as várias espécies de animais que existem na natureza e cujos casais formam laços duradouros. Segundo averiguou Mike, no caso dessas aves especificamente, a duração dos “relacionamentos” depende de cada espécie, mas, de modo geral, os mesmos casais costumam se formar durante o período de acasalamento.

E, tirando os pinguins-rei e pinguins-imperador, cujos casais apresentam altos índices de separação, fêmeas e machos de outras tantas espécies geralmente permanecem unidos enquanto os dois puderem ter filhotes. Isso significa que muitos pares podem passar 5 ou 10 anos unido e inclusive existe o registro de um casal de pimguins-de-magalhães que ficou pelo menos que 16 anos junto! Tem muito casamento por aí que não dura nem metade disso...

União estável

Outra curiosidade é que existem espécies que apresentam comportamentos que lembram os dos humanos, como compartilhar o cuidado com a prole. No caso dos pinguins, os machos de determinadas espécies ajudam as fêmeas a cuidar dos ovos e dos pinguinzinhos depois que eles eclodem. E durante a espera pelo “nascimento” dos filhotes, os machos chegam a perder até 50% da gordura corporal devido aos grandes deslocamentos que eles são obrigados a fazer em busca de comida.

Casal de pinguinsQue fofos... (Happiest)

Para você ter uma ideia, o monitoramento de um casal de pinguins-de-magalhães — que produziram dois filhotes — revelou que a fêmea e o macho se revezavam na hora de chocar os ovos e sair em busca de alimentos, e chegavam a percorrer mais de 160 quilômetros por dia. Outra peculiaridade é que, quando o período de acasalamento termina e os “bebês pinguim” saem do ninho, os casais se separam e seguem com suas vidas, muitas vezes ficando milhares e milhares de quilômetros um do outro, até se reencontrarem novamente na estação seguinte para acasalar.

Legal, né? No caso do par “apaixonado” visto na praia sul-africana, não se sabe dizer se eles vão ficar juntos para sempre — ou por muitos períodos de acasalamento —, mas considerando que existe uma possibilidade de que isso ocorra, é impossível não ficar na torcida, né?

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