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Urubus invadem cidade nos EUA e deixam rastro fedorento de vômito

A pequena cidade de Marietta, nos Estados Unidos, tem sofrido com uma massa destrutiva de centenas de urubus durante as últimas semanas. Apesar dessas aves realizarem um movimento migratório nesta época do ano, o aquecimento global faz com que elas permaneçam no norte da Terra por períodos muito mais longos do que o esperado.

Localizado no meio do estado da Pensilvânia, o município vivenciou a perda de milhares de dólares em destruição de patrimônio. O fenômeno também tem sido responsável por deixar os moradores da região apavorados, causado pelo fedor gerado pelos rastros de vômito e excrementos criados pelos animais.

Vômito, fezes e doenças

(Fonte: Lancaster Online)
(Fonte: Lancaster Online)

A invasão urbana da revoada de urubus pode, futuramente, tornar-se um real problema de saúde pública para os habitantes de Marietta. Segundo especialistas, as fezes dessas aves são capazes de matar plantas, árvores e até mesmo carregar doenças, como a salmonela e a encefalite.

Se isso não fosse o suficiente, seu vômito possui propriedades corrosivas e extremamente repulsivas para o olfato humano. Em declaração para a imprensa, um casal de moradores descreveu o cheiro como semelhante ao de “corpos em decomposição“.

Ao longo dos últimos dias, o bando chegou a destruir o telhado de diversas moradias e também rasgou sacos de lixo por toda a cidade em busca de comida. Basta uma pequena caminhada pelas ruas centrais do município para avistar a massa negra das aves por todas as partes e a sua grande marca de destruição.

Soluções para a crise

(Fonte: Lancaster Online)
(Fonte: Lancaster Online)

Enquanto não encontrar uma melhor saída para seus problemas, os cidadãos de Marietta têm feito barulho com potes e panelas para afastar as aves. Em casos mais drásticos, alguns habitantes chegaram a acender fogos de artifícios para afugentar os urubus.

Entretanto, conforme as informações trazidas pelo Lancaster Online, os abutres negros são protegidos por uma lei federal, a qual proíbe que eles sejam capturados ou mortos sem autorização, mesmo que essa não seja uma espécie ameaçada. A pena para tal ação pode chegar ao pagamento de US$ 15 mil e até seis meses de prisão.

Enquanto o governo da Pensilvânia não encontra uma verdadeira solução para o problema, a tendência é que os moradores de Marietta sigam buscando por opções criativas para afastar os urubus e evitar possíveis punições no futuro.

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