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3 invenções feitas por mulheres

Quando pensamos em invenções, é comum que a maioria dos nomes que surjam sejam masculinos; um dos exemplos mais comuns é Thomas Edison, criador da lâmpada elétrica incandescente. No entanto, mulheres também vêm contribuindo ao longo da história para o campo das inovações, tanto em coisas simples quanto em tecnologias como o Wi-Fi.

Confira a seguir alguns exemplos de coisas que você talvez não saiba que foram criadas por mulheres:

1. Wi-Fi (Hedy Lamarr)

(Fonte: Bored Panda/Reprodução)(Fonte: Bored Panda/Reprodução)

Por saber que os torpedos controlados por rádio podiam ser facilmente desviados durante a Segunda Guerra Mundial, Hedy Lamarr se uniu ao amigo George Antheil para criar uma alternativa mais segura. 

Ambos desenvolveram então um sistema que usava o salto de frequência entre ondas de rádio; nele, o transmissor e o receptor pulavam juntos para novas frequências, o que impedia qualquer eventual interceptação.

Apesar da hesitação inicial em implementar uma invenção civil, anos depois a Marinha dos Estados Unidos adotou uma versão atualizada em seus navios. O sistema criado serviu de base para o desenvolvimento do Wi-Fi e da telefonia celular.

2. Kevlar (Stephanie Kwolek)

(Fonte: Bored Panda/Reprodução)(Fonte: Bored Panda/Reprodução)

Em 1964, a empresa DuPont, onde a química estadunidense Stephanie Kwolek trabalhava, buscava uma fibra que fosse ao mesmo tempo resistente e leve, a fim de substituir o aço em pneus.

No laboratório, ela obteve uma solução que parecia boa o bastante para o objetivo definido. Após alguns testes, ficou provado que a nova fibra era mesmo mais forte que o aço. Desde então, o Kevlar vem sendo usado como material em várias aplicações além dos pneus: aviões, barcos, cordas, coletes à prova de balas etc.

3. Liquid Paper (Bette Nesmith Graham)

(Fonte: Bored Panda/Reprodução)(Fonte: Bored Panda/Reprodução)

Atuando como secretária executiva em um banco, Bette Nesmith Graham se viu diante de um inconveniente ao usar máquinas de escrever elétricas com fitas de carbono — bastante modernas naquela época. Em virtude da maior sensibilidade do teclado, os erros se tornaram mais comuns e difíceis de corrigir com borrachas. 

Foi quando ela teve a ideia de criar algo que permitisse que os datilógrafos cobrissem os erros da mesma forma que artistas pintores cobriam os seus equívocos nas telas. A partir disso, Bette foi aos poucos aperfeiçoando a fórmula, começou a vendê-la em 1956 e a patenteou em 1958, chamando-a de Liquid Paper. Em 1979, a Gilette comprou a invenção por US$ 47,5 milhões.

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