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Como vai ser o Wi-Fi no futuro?

Há 20 anos, você dificilmente encontraria alguém que acreditasse no potencial da internet de completamente revolucionar nossas vidas. Em uma evolução muito rápida, vimos as conexões discadas mudarem para a banda larga, o mundo digital se tornar tão importante quanto o mundo físico, e a possibilidade de se conectar com qualquer parte do planeta instantaneamente se tornar uma realidade.

Além disso, uma grande evolução foi o desenvolvimento do "Wireless Fidelity", ou o tão conhecido Wi-Fi. Nós não precisávamos mais de cabos para entrarmos nas plataformas virtuais e tudo foi parar na "nuvem" — o mundo digital invisível ao olho humano. Então, o que mais podemos esperar para o futuro? Saiba no que o Wi-Fi pode se transformar nos próximos anos!

Internet das coisas

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

A tecnologia sem fio está mudando em um ritmo incrivelmente acelerado. Nas últimas décadas, vimos o Wi-Fi atingindo apenas uma parcela do seu potencial, servindo como principal fonte de conexão para CPUs, laptops, tablets, smartphones e alguns outros gadgets que surgem no mercado.

No entanto, cada vez mais dispositivos estão se tornando capazes de estabelecer uma conexão com a internet. Exemplos disso são aparelhos como as impressoras, assistentes domésticos, relógios, lâmpadas e por aí vai. Isso se tornou um caminho para facilitarmos nossas vidas e aumentarmos nosso nível de entretenimento diário.

Essa expansão da conexão foi apelidada de a "Internet das Coisas", uma rede na qual basicamente qualquer tipo de produto pode estabelecer contato com a internet sem fio. Esse conceito não é necessariamente recente, mas está se expandindo cada vez mais. Logo, casas totalmente inteligentes são uma realidade moderna e mais benefícios aparecem todos os dias.

Maior velocidade e alcance

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

A internet revolucionou nossas vidas, mas isso não significa que não temos mais problemas de conexão ou regiões do planeta onde é basicamente impossível ficar online. A tendência, no entanto, é que essas questões sejam solucionadas o mais breve possível, democratizando a conexão digital.

As taxas de download de arquivos são cada vez mais rápidas e nunca foi tão simples baixar vídeos em alta resolução. Além disso, muitas empresas têm investido pesado na internet sem fio, criando uma oferta cada vez melhor para seus clientes. A introdução do home office na pandemia é um sinal de que essas mudanças são necessárias.

Quanto ao alcance, conversas sobre internet via satélite já existem por aí. O projeto Starlink, do ricaço Elon Musk, já dá um gostinho sobre como um dia será possível estar conectado no mundo virtual mesmo se você estiver no meio da Amazônia. Loucura, né?

Personalização de dados

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

O big data — que nada mais é do que a totalidade de informações geradas por você ao usar a internet — é uma das ferramentas mais importantes em tempos modernos para o redirecionamento de propagandas. Ou seja, as empresas de marketing cada vez têm mais dados para saber sobre o que você gosta ou não.

Isso não só pode ser usado para te vender produtos, mas para melhorar a sua experiência no mundo virtual. Ao receber esse tipo de dado, os provedores saberão qual a melhor forma de tornar a sua vida digital mais fácil e fazer com que você se sinta mais confortável navegando digitalmente.

Logicamente, esse amontoado de dados livres também cria um medo relacionado à invasão de privacidade e vazamento de dados pessoais. Por esse motivo, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) acaba sendo uma diretriz que te protege de práticas nocivas. 

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