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9 animais que utilizam explosões e projéteis químicos para se proteger

Enquanto muitos animais dependem de instintos básicos, como garras e velocidade, para sua sobrevivência, há criaturas que elevaram a autodefesa a um novo patamar. Conheça nove animais que utilizam métodos impressionantes, incluindo projéteis químicos e armas biológicas, para afastar predadores.

1. Besouro-bombardeiro

(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

Os besouros-bombardeiros, pequenos insetos com uma habilidade notável de autodefesa, utilizam uma mistura explosiva de peróxido de hidrogênio e hidroquinona para criar água fervente e benzoquinona. Com uma mira impecável, esses besouros podem disparar cerca de 20 rajadas a uma temperatura letal, tornando-se formidáveis na defesa contra predadores.

2. Onicóforo

(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

Os onicóforos são animais cegos que desenvolveram uma defesa única. Sentindo mudanças nas correntes de ar, eles disparam cordas de gosma pegajosa para capturar presas. Uma vez presa, o verme utiliza uma saliência em forma de faca para fazer um buraco na presa e a liquida com saliva digestiva, mostrando uma estratégia defensiva engenhosa.

3. Peixe-bruxa

(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

Os peixes-bruxa, habitantes do fundo do oceano, produzem um muco pegajoso que, ao entrar em contato com a água do mar, expande-se rapidamente. Essa defesa asfixia os predadores, tornando-os incapazes de respirar. O muco elástico e forte é uma barreira eficaz contra ameaças, demonstrando uma tática de autodefesa única no reino marinho.

4. Pepino-do-mar

(Fonte: Getty Images/Reprodução)(Fonte: Getty Images/Reprodução)

Os pepinos-do-mar surpreendem com sua estratégia incomum de autodefesa, utilizando seus ânus como verdadeiros canhões. Alguns disparam órgãos internos, enquanto outros liberam fios pegajosos, conhecidos como órgãos cuvierianos, que podem capturar predadores. Uma defesa exótica que destaca a diversidade de estratégias no ambiente marinho.

5. Lagarto chifrudo do Texas

(Fonte: Getty Images/Reprodução)(Fonte: Getty Images/Reprodução)

O lagarto chifrudo do Texas, além de sua aparência intimidadora, possui uma defesa surpreendente. Quando ameaçado, o lagarto pode projetar sangue de seus olhos, atingindo um metro e meio de distância. Essa estratégia, embora aparentemente grotesca, é eficaz para afastar predadores, evidenciando que a autodefesa pode surgir de maneiras inesperadas.

6. Peixe-arqueiro

(Fonte: Getty Images/Reprodução)(Fonte: Getty Images/Reprodução)

O peixe-arqueiro, conhecido como "arma antiaérea", utiliza jatos de água para derrubar presas da terra e do ar. Com uma mira precisa, esses pequenos peixes podem disparar até sete tiros em rápida sucessão, garantindo uma estratégia eficiente na caça. Uma defesa única no mundo aquático.

7. Aranha-cuspideira

(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

A aranha-cuspideira surpreende com sua capacidade de disparar ataques de cuspe a uma velocidade incrível de 30 metros por segundo. Esse cuspe, composto por seda pegajosa, captura presas e permite que a aranha as injete com veneno. Uma técnica de caça única que ressalta a habilidade das aranhas como predadoras.

8. Cachalote-pigmeu

(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

As baleias cachalotes-pigmeus, apesar de seu tamanho modesto, desenvolveram uma defesa inusitada contra predadores. Em momentos de emergência, podem atirar nuvens de cocô, criando uma nuvem de tinta como uma lula. Essa estratégia fornece uma fuga rápida, mostrando que até mesmo as baleias mais pequenas têm truques surpreendentes sob a manga para se defenderem.

9. Fulmar-glacial

(Fonte: Getty Images/Reprodução)(Fonte: Getty Images/Reprodução)

As aves da espécie Fulmarus glacialis, também conhecida como pardela-branca, transformaram o vômito em uma arma eficaz contra predadores. Seus estômagos contêm um óleo pegajoso que, quando vomitado sobre outras aves, compromete a capacidade delas de flutuar, tornando-as vulneráveis. Uma defesa que vai além de um simples ato nojento, mostrando a engenhosidade na natureza.

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