3 mortes bizarras por instrumentos musicais

3 mortes bizarras por instrumentos musicais

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Música é poesia para a vida ou a sinfonia para a morte? Apesar dos seres humanos utilizarem as mais belas canções para ilustrar sentimentos diversos, a música também esteve presente em várias histórias de falecimento ou até mesmo assassinato. 

Por isso, nós separamos três histórias bizarras de pessoas que foram traídas pela música e bateram as botas enquanto um instrumento musical aparecia como objeto fundamental no momento do óbito. Confere aí!

1. O golpe da flauta

(Fonte: Pixabay)
(Fonte: Pixabay)

Na noite do dia 25 de março de 1751, David Mills estava no meio de uma sessão de prática de flauta, quando iniciou uma exaltada discussão com sua colega Elizabeth Jackson. 

Sem aceitar qualquer tipo de desaforo, Jackson atirou um castiçal na direção de Mills após o homem proferir algumas frases indelicadas. O flautista, então, retaliou o ataque utilizando seu instrumento musical para atingir o lado esquerdo da cabeça da dama.

Após 4 horas de sofrimento e sem conseguir proferir mais uma única palavra, Elizabeth faleceu após o severo trauma em seu crânio.

2. O cansativo recital de órgão

(Fonte: Bibliothèque Nationale de France)
(Fonte: Bibliothèque Nationale de France)

Com 67 anos de vida nas costas, o experiente tocador de órgão Louis Vierne preparava-se para um concerto na catedral de Notre Dame no dia 2 de junho de 1937. Entretanto, o idoso músico não aguentou a cansativa rotina de um dos instrumentos musicais mais cansativos do mundo e faleceu durante a apresentação.

Enquanto Vierne tocava as últimas notas da peça, sofreu um ataque do coração e colapsou em frente à plateia. Seus últimos momentos foram marcados por uma trilha sonora triste e impiedosa sobre o fim da vida de um homem.

3. Abafando um crime com um piano

(Fonte: Pixabay)
(Fonte: Pixabay)

Todo filme de terror também possui uma trilha sonora horripilante para acompanhar sua trama, e não poderia ser diferente para a história do assassinato de Sophia Rasch. Em 1894, Sophia havia contratado Susannah Koczula para trabalhar como babá dos seus filhos Carl, de 10 anos, e sua irmã mais velha Clara. 

Em um dos dias de trabalho, Susannah decidiu demonstrar suas habilidades (ou falta delas) no piano martelando as teclas no instrumento. Entretanto, tudo havia um objetivo: no andar de cima, o namorado da babá estrangulava a mãe das crianças e fugia com suas jóias. Todo barulho foi abafado pelo estridente piano.

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