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6 fatos sobre a doença de Parkinson que você não conhece

Astro de Hollywood, Michael J. Fox tem uma carreira expressiva no cinema e na TV, mas certamente é mais lembrado como Marty McFly, pela trilogia De Volta Para o Futuro. Infelizmente, o ator foi diagnosticado com Parkinson, o que tem limitado sua atuação, conforme contou em uma entrevista recente.

Apesar da doença neurológica não ser nova, nem todo mundo conhece os fatos que a cercam. Essa condição permite que informações importantes, capazes de ajudar indivíduos a identificar os sintomas para cuidar de sua saúde, fiquem desconhecidas. Pensando nisso, preparamos uma lista com curiosidades sobre a enfermidade. Confira.

1. Não se sabe a causa para a degeneração

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Ainda hoje, médicos e especialistas não conseguem determinar os motivos que levam o organismo à degeneração do sistema nervoso central. Acredita-se que a perda progressiva e elevada de células nervosas seja causada por mais de um fator, que pode ser genético ou ambiental.

O envelhecimento naturalmente leva à diminuição da produção do neurotransmissor dopamina, mas em pessoas com a doença de Parkinson essa perda acontece em ritmo acelerado.

2. Ter Parkinson não significa necessariamente uma vida ruim

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Mesmo que não exista cura para a doença de Parkinson, isso não significa que os afetados não possuem boa qualidade de vida. Não há uma única maneira de tratar o Parkinson. Entre as abordagens, o uso de medicamentos é a forma de tratamento mais comum, mas não a única. 

Terapia cirúrgica e modificações no estilo de vida também podem ser efetivos no controle da doença. Terapias complementares e grupos de apoio costumam ser indicados como capazes de ofertar boa qualidade de vida aos pacientes.

3. Os sintomas da doença diferem de indivíduo para indivíduo

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Um dos aspectos comuns à doença é que ela não se desenvolve de maneira igual em indivíduos diferentes. Ou seja, cada pessoa acometida com a doença de Parkinson pode apresentar diferentes sintomas, que envolvem tremor, lentidão de movimentos, rigidez dos membros, dificuldades de locomoção e equilíbrio.

4. Atividade física ajuda a controlar os sintomas do Parkinson

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Atividades físicas são indicadas sempre, e mais ainda para pessoas com Parkinson. Pessoas com a doença que se exercitam conseguem manter o equilíbrio, a mobilidade e as atividades diárias de maneira mais eficaz.

Uma pesquisa identificou que pacientes da doença que começaram a se exercitar assim que tiveram o diagnóstico notaram os sintomas se agravarem mais lentamente do que quem não se exercitava ou passou a fazer isso mais tardiamente. Uma rotina semanal de até 3h pode incluir atividades como ioga, pilates, dança ou musculação.

5. O Parkinson não é uma doença fatal

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

O diagnóstico de doença de Parkinson não é uma sentença de morte, pelo contrário. Diferente de outras ocorrências, como AVC ou ataque cardíaco, uma pessoa acometida por Parkinson pode ter qualidade de vida. Tudo depende de um bom tratamento médico, aliado ao uso de medicamentos, fisioterapia, terapias alternativas e exercício físico.

6. Alterações na caligrafia e perda de olfato podem ser sinais da doença

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Assim como a doença não se manifesta por igual entre os afetados, também podemos dizer o mesmo sobre seus sintomas iniciais. No entanto, médicos afirmam que os primeiros sinais costumam estar associados a mudanças na caligrafia e perda de olfato. Tremores, dificuldades de locomoção e problemas para dormir também devem servir de alerta.

Como esses sintomas podem estar conectados a diferentes fatores, o mais importante é sempre consultar um médico, relatando as mudanças no cotidiano. Exames periódicos ajudam a antecipar a doença, garantindo maior qualidade de vida no caso de confirmação do Parkinson.

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