Afinal, o novo “O Rei Leão” é outra animação ou um filme em live-action?
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Afinal, o novo “O Rei Leão” é outra animação ou um filme em live-action?

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Na última quinta-feira (22), a Disney novamente quebrou a internet ao lançar o trailer da versão live-action de “O Rei Leão” e atingir a marca de 224,6 milhões de visualizações em 24 horas – a maior para a Disney e segunda maior para qualquer filme, perdendo apenas para os 230 milhões de views de “Vingadores: Guerra Infinita”, que, ainda que seja da Disney, vende-se como Marvel.

Porém, com o lançamento do trailer, uma dúvida entrou em pauta: não seria uma nova animação, já que o filme é todo em CGI? Muita gente acredita que o termo live-action se refere apenas a filmes com personagens humanos, mas a definição é um pouquinho além disso. Na verdade, é preciso que um filme seja filmado para ele ser considerado live-action.

Explicando melhor: nas animações, tanto nas tradicionais quanto nas computadorizadas, o processo básico inclui apenas desenhistas e criativos. Para um filme ser considerado live-action, é preciso que uma câmera esteja filmando as cenas. E foi justamente isso que aconteceu com o novo “O Rei Leão”, que, apesar de ser praticamente inteiro em CGI, contou com gravações do elenco feitas contra um fundo verde, utilizando capturas de movimento e tecnologias ultramodernas de animação.

rei leãoO Rei Leão: duas animações com técnicas diferentes?

Ainda assim, como boa parte da finalização foi feita nos computadores, inclusive a de todos os personagens, “O Rei Leão” pode ser considerado um híbrido de animação e live-action. Por isso, algumas pessoas preferem chamá-lo de “produção virtual”, abandonando os outros dois termos justamente para não criar margens para dúvidas.

O diretor Jon Favreau não é um novato nessa técnica, tendo sido o responsável por “Mogli – O Menino Lobo”, de 2016, que foi um dos primeiros live-actions da nova leva de refilmagens da Disney. O filme foi um sucesso estrondoso, arrecadando mais de 960 milhões de dólares em bilheterias em todo o mundo e vencendo o Oscar de melhores efeitos visuais. A porção humana do longa-metragem basicamente se resumia ao Mogli (Neel Sethi), enquanto os animais foram todos finalizados em computadores.

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