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Carros: 3 cores que aumentam (e 3 que diminuem) o valor de revenda

Com os preços de carros novos elevados, adquirir um carro usado costuma ser uma boa opção para quem quer ou precisa de um automóvel. Também há quem esteja pensando em trocar por um novo modelo, ou que esteja precisando se desfazer de seu veículo. Seja qual for o seu caso, saiba que alguns fatores podem impactar o valor para cima ou para baixo.

Sim, diferentes critérios podem fazer com que o preço de revenda de um carro seja maior ou menor, entre eles está a cor do automóvel. Se você repara quando está na rua que algumas cores são predominantes, saiba que isso não é à toa. Confira conosco as cores que agregam valor e as que podem fazer o preço cair.

Três cores que aumentam o preço de um carro

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

De maneira geral, o mercado automotivo sempre investe muito em pesquisa para encontrar formas de baratear seus custos. Por esta razão, por exemplo, a oferta de carros em cores sólidas é uma tendência global.

Os valores envolvidos para a produção de automóveis que seguem esta linha é menor, o que reduz o custo de um carro novo. Confira as três cores que fazem bem ao preço de revenda de um veículo usado.

1. Azul

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Essa pode surpreender muita gente. Apesar de a cor azul estar numa faixa de apenas 4% de automóveis, segundo dados de pesquisa da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), ele é a cor que apresenta menos desvalorização.

O portal especializado em automotores WebMotors fez um levantamento procurando descobrir a relação entre o preço de um carro e sua cor. Entre todas as categorias (Hatch, Sedã, Utilitário Esportivo, Picape, Minivan e Perua) o azul obteve o melhor resultado. A média de depreciação de um carro com esse tom ficou em 8,47% do valor originalmente pago.

2. Branco

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Pois é, a cor branca é responsável por 43% dos veículos comercializados no Brasil, segundo dados de pesquisa da Anfavea. De acordo com o estudo conduzido pela associação, esse número cresceu quase 300% em uma década, representando um dado muito significativo quando se coloca lado a lado esta estatística com o preço dos automóveis.

Mas, apesar da super preferência, ele tem depreciação maior que o azul. A única categoria em que fica à frente do azul é a de minivans, nas demais, a queda de valor é mais acentuada que a de automóveis em outras tonalidades.

3. Vermelho

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

Outra surpresa na lista é o vermelho. Isto porque a cor é encontrada em 6% dos veículos circulando no Brasil, tendo sofrido redução na última década (em 2010, representava 9% do mercado).

Mesmo assim, o vermelho é uma cor que impacta menos na queda do preço original de um carro. Exceção feita no caso das minivans, em que é a tonalidade com maior desvalorização, a cor do coração fica em terceiro lugar como melhor cor pensando em revenda.

Três cores que reduzem o preço de um carro

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Nem vamos levar em consideração algumas cores consideradas premium, pois elas naturalmente elevam o preço dos veículos. Também vamos excluir desta tabela cores difíceis de encontrar interessados mesmo quando novos, como verde-limão, laranja e rosa, por exemplo, já que um veículo nestas cores certamente estão entre os com maior depreciação.

1. Cinza

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

O cinza teve um acréscimo tímido, saindo de 11% para 13% dos automóveis que circulam pelas ruas do Brasil. Isso tem mais relação com o fato de o branco ser uma cor mais acessível do que desprezo pelo cinza.

Contudo, quando pensamos em revenda, veículos com a cor cinza apresentam a maior depreciação. As taxas podem chegar próximas dos 12%, como no caso das peruas. Segundo pesquisa conduzida pela PPG, uma das maiores fornecedoras de tintas automotivas do mundo, o mercado brasileiro (e sul-americano) tem preferência por tons neutros.

2. Prata

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

A cor prata caiu para o segundo lugar na pesquisa da Anfavea de cores mais comercializadas. Ao longo de uma década, a porcentagem de veículos registrados no Brasil com essa tonalidade passou de 36% para 22%.

A ligação mais provável, segundo os fabricantes, é que ao ser uma tonalidade com muita queda no valor de revenda, os compradores optem por uma cor que seja mais fácil de passar adiante. Sua média de depreciação é superior a 11%.

3. Preto

(Fonte: Unsplash)(Fonte: Unsplash)

O preto já foi uma cor muito mais comercializada no Brasil. Em 2010, 26% dos carros no país tinham essa cor, número reduzido para 12% na última pesquisa divulgada pela Anfavea. Essa queda acaba por refletir também no interesse de pessoas adquirirem um automóvel usado nesta tonalidade.

E como em tudo, a lei da oferta e da procura faz com que os valores sejam reduzidos. Vale ressalta que a pesquisa da PPG, que citamos anteriormente, também apontou que essa queda reflete a mudança ocorrida na preferência dos brasileiros na última década. O gosto de nossos conterrâneos passou a preferir cores claras a cores escuras.

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