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3 histórias de perversão na antiguidade totalmente impróprias para crianças

O sexo é uma parte natural da vida dos seres vivos, mas enquanto muitas espécies só realizam atos de acasalamento para fins reprodutivos, os seres humanos perceberam que ele também podia ter, bem, fins “recreativos”… Inclusive, os antigos gregos tinham a palavra katapepaiderastekenai, que basicamente significa “desperdiçar toda a sua propriedade por meio da devoção irremediável aos meninos” (bem específico, não?).

Com isso em mente, separamos três momentos pervertidos da história da humanidade que com certeza podem fazer algumas pessoas corarem. Confira a seguir:

1. Pompeia e a estranha ficção por pênis

(Fonte: Flickr/Reprodução)
(Fonte: Flickr/Reprodução)

As escavações de 1599 de Pompeia, na Itália, revelaram tantas ilustrações obscenas que o local foi rapidamente enterrado de novo devido ao tamanho do constrangimento.

As gravuras estavam em toda parte e mostravam cenas como o deus Pã correndo por aí com uma genitália digna de um ator pornô, vários tipos de penetração vigorosa e até mesmo uma estátua de um homem tendo relações sexuais com uma cabra. Eu fico só imaginando a cara dos primeiros arqueólogos ao verem tudo isso.

2. Os segredos sexuais vitorianos

(Fonte: Listverse/Reprodução)
(Fonte: Listverse/Reprodução)

A Era Vitoriana é muito conhecida por sua austeridade, mas os segredos por trás desta fachada sóbria contam uma outra história. Apesar de todo o ar civilizado, muitos vitorianos adoravam passar seu tempo em orgias e prostíbulos, com casos de DSTs não sendo algo incomum entre as classes abastadas. Imaginem só o que as paredes das casas desta época não devem ter presenciado…

3. O harém dos imperadores chineses

(Fonte: Flickr/Reprodução)
(Fonte: Flickr/Reprodução)

A vida amorosa dos imperadores da China poderia ser considerada, no mínimo, muito agitada. Além de manter esposas e amantes, eles também deveriam ter por volta de 3 mil concubinas, que deveriam ser visitadas com frequência.

Isso significa que os secretários precisavam se desdobrar para garantir que as mulheres recebessem toda a “atenção” devida, mas ainda conciliar com a agenda de deveres reais, como, bem, governar o povo. 

O interessante é que um escândalo real ocorreu quando o imperador Yang Jian quebrou esta tradição, optando por manter apenas duas concubinas. Mas vale ressaltar que esta “expectativa” não caiu apenas sobre os ombros masculinos, com a imperatriz Wu Zetian tentando cumprir seu “difícil papel” ao manter um harém cheio de jovens rapazes atraentes.

 

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