Covid-19: Oxford tem mais de 10 mil voluntários para testes de vacina

Covid-19: Oxford tem mais de 10 mil voluntários para testes de vacina

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A Universidade de Oxford, na Inglaterra, é referência acadêmica no mundo todo e, durante os tempos de pandemia, também está sendo um símbolo da busca incansável pela vacina contra a covid-19. Encontrar uma forma de prevenir as pessoas de contraírem o novo coronavírus é crucial e, para a fase dois dos testes, a Oxford reuniu mais de 10 mil voluntários.

As pesquisa da Universidade de Oxford

A universidade do Reino Unido está trabalhando em conjunto com a farmacêutica AstraZeneca para tentar criar uma vacina para a covid-19 e os resultados parecem estar sendo positivos. No mês passado, os testes da fase um foram feitos em cerca de mil pessoas, com idades que variavam entre 18 e 55 anos. 

(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)(Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

Para uma segunda fase de testes desta vacina, instituições parceiras da universidade começaram a recrutar pessoas e, na manhã de hoje (22), foram confirmada mais 10.260 pessoas que participaram como voluntárias. 

Diferentemente da fase inicial, as pesquisas agora irão envolver, também, pessoas acima de 56 anos e crianças entre 5 e 12 anos. O foco principal de pessoas é em envolvidos com a área da saúde, já que estão mais expostos ao risco de serem contaminados pelo vírus. 

Como será o teste

Os voluntários irão receber doses diferentes. Um grupo receberá a vacina que está sendo desenvolvida, a AZD1222, ou ChAdOx1, enquanto a outra metade das pessoas receberá uma vacina imunizante para meningite. A ideia é que, ao utilizar as duas vacinas, os efeitos colaterais simples, como dor de cabeça e vermelhidão no local de aplicação, não interfira.

(Fonte: Pexels)(Fonte: Pexels)

Para que servem os testes

O intuito dos teste é descobrir como o sistema imunológico das pessoas reage à vacina, quais os possíveis efeitos colaterais dela  e, também, ver se ela é segura. Porém, o medo da pandemia faz líderes tomarem decisões apressadas. Isso porque, mesmo sem ter um resultado positivo garantido, o governo dos Estados Unidos investiu, na quinta-feira (21), cerca de US$ 1,2 bilhão na medicação e garantiu 300 milhões de doses da vacina. 

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