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Qual é a prova que os seres humanos evoluíram?

Os homens de fato evoluíram dos macacos? Segundo a Teoria da Evolução, proposta pelo cientista Charles Darwin, foi assim que nos tornamos quem somos hoje. Mas isso não para por aí! Com o passar das décadas, mais cientistas resolveram se aventurar nesse tema e coletar informações que tornassem essa hipótese em realidade.

Como tudo no mundo científico precisa ser respaldado por experimentações e conjuntos de evidências, até que ponto a humanidade já descobriu sobre os processos evolutivos? Quais são as provas de que os seres humanos realmente evoluíram? É sobre isso que esse texto irá abordar nos próximos parágrafos.

Pontos-chave da evolução

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

De acordo com Darwin, a Teoria da Evolução é baseada em dois pontos importantes para a ciência: o fato de que seres humanos e macacos possuem o mesmo tipo de ancestralidade e de que a natureza trabalha em um processo de seleção natural, onde os organismos mais aptos sobrevivem.

A primeira evidência concreta que suporta essa linha de pensamento refere-se aos registros fósseis, os quais comprovam que espécies diferentes das que existem atualmente habitaram a Terra no passado. Isto seria uma forte evidência de que os seres vivos simplesmente evoluem, pois as espécies precisam estar em um constante estado de evolução para preservar suas existências.

Além disso, podemos notar que os processos de adaptação são algo comum entre outras criaturas do mundo. A camuflagem e o mimetismo, por exemplo, são tipos de mecanismos resultantes da seleção natural para que alguns seres vivos consigam sobreviver a ambientes hostis. 

Evidência da evolução

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Outro ponto importante que pode ser citado como evidência de comprovação da Teoria da Evolução passa pelos aspectos morfológicos e funcionais de cada ser vivo. Através de estudos comparativos da anatomia dos organismos, podemos notar a existência de um padrão no sistema estrutural dos órgãos, apesar das diversas origens diferenciadas.

Por exemplo, as asas dos insetos e das aves são consideradas estruturas análogas. Mesmo se essas espécies não possuem um ancestral em comum, seus corpos evoluíram para desempenhar funções semelhantes. Esse fator é conhecido como evolução convergente.

Por outro lado, a evolução divergente ocorre quando dois seres vivos de origem embrionária semelhante desenvolvem características diferentes para se adaptarem as suas realidades. Um exemplo próximo disso seriam as asas dos morcegos e os braços dos humanos.

Por fim, a última evidência ocorre em nossas estruturas moleculares. A relação entre espécies pode ser mostrada dentro das semelhanças na estrutura molecular de cada uma delas. Quanto mais similar for a sequência genética entre dois seres, maior o parentesco e, portanto, a proximidade evolutiva entre as espécies. 

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