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Conheça o brasileiro que é uma das pessoas mais inteligentes do mundo

O neurocientista Dr. Fabiano de Abreu se tornou membro da Intertel, uma sociedade que reúne indivíduos de Q.I. elevado e é considerada uma instituição muito exigente em seu processo de seleção. Com esse feito, o neurocientista nascido no Brasil entra para o seleto grupo de “pessoas mais inteligentes do mundo”.

Dr. Fabiano faz parte de duas prestigiadas organizações mundiais. Imagem: divulgação (Fonte: Divulgação)Dr. Fabiano faz parte de duas prestigiadas organizações mundiais. (Fonte: Divulgação)

Quatro brasileiros estão nessa lista

A Intertel foi fundada em 1966 e, atualmente, ela conta com 1.440 membros de todas as partes do mundo. O Brasil soma quatro participantes, segundo o site oficial da organização eles são de Cuiabá (MT), Recife (PE), Brasília (DF) e Navegantes (SC).

Contudo, a chegada do Dr. Fabiano de Abreu a esse seleto grupo não aumentará o número de brasileiros na lista de gênios. Apesar de ter nascido no Brasil, o neurocientista tem nacionalidade portuguesa. Isso fará dele o primeiro português a ter conquistado esse feito.

Processo de seleção para o grupo de gênios

Se você quiser se candidatar a uma vaga nessa organização, precisará estudar muito, visto que ninguém com menos de 99 percentil nos testes de Q.I. (ou 131 pontos no cálculo com desvio padrão 15) consegue ser aprovado.

Eintein tinha um Q.I. de 160. (Fonte: Pxhere)Einstein tinha um Q.I. de 160. (Fonte: Pxhere)

O Dr. Fabiano de Abreu já fazia parte da Mensa desde 2018, a mais antiga organização que reúne pessoas que se destacam em testes de inteligência. Aliás, no site dessa instituição você pode fazer um pequeno teste para ter uma ideia dos desafios que os candidatos a gênio precisam enfrentar para serem aceitos. O teste está em inglês e envolve questões de raciocínio lógico.

O que é Q.I.?

Q.I. é uma sigla para “Quociente de Inteligência”. Trata-se de um teste cujo objetivo é entender a capacidade de raciocínio de uma pessoa. O chamado “teste de Q.I.” foi criado na França, no ano de 1904, pelos psicólogos Alfred Binet  e Theodore Simon.

O objetivo do teste era ajudar o governo francês a oferecer educação adequada aos alunos portadores de algum tipo de dificuldade intelectual. Em 1916, o psicólogo norte-americano Lewis Terman aperfeiçoou o teste para ser usado como uma forma de medir a inteligência das pessoas.

Pessoas que pontuam abaixo de 55 pontos são identificadas como portadoras de algum tipo de transtorno cognitivo. Pontuações que variam de 85 a 99 pontos são consideradas de média baixa. A média alta são aquelas de 100 a 114 pontos. Para ser classificado como um superdotado, é preciso pontuar acima de 130 pontos, sendo que somente acima de 144 pontos o indivíduo é considerado “gênio”.

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