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5 invenções que podem salvar a Terra e você não sabe

Criar soluções que possam melhorar o futuro do planeta em que vivemos se tornou uma missão cada vez mais séria para a humanidade nos últimos anos. Afinal, a forma como passamos a minar a Terra com a produção de gases de efeito estufa (GEEs) há mais de um século tem se mostrado verdadeiramente degradante e preocupante para a nossa existência no futuro.

Por esses e outros motivos, diversos cientistas trabalham diariamente para produzir máquinas e produtos que sejam sustentáveis, ecologicamente viáveis e que nos ajudarão a tratar nosso planeta com mais cuidado. Conheça só cinco invenções que podem salvar a Terra daqui para frente e que você provavelmente não sabia a respeito!

1. Espuma de celulose

(Fonte: KTM Industries/Reprodução)(Fonte: KTM Industries/Reprodução)

O acúmulo crescente de isopor em nossos aterros é um dos problemas mais preocupantes para o planeta. Pensando nisso, empresas passaram a desenvolver um material à base de amido de milho projetado para fornecer uma embalagem ecologicamente correta que pode ser usada para quase tudo que você queira enviar. 

A espuma de celulose leva apenas quatro meses para se decompor na natureza, ao contrário dos 500 anos do isopor. Esse tipo de composto, além de poder ser queimado seguramente, também é solúvel em água e tem ganhado crescente interesse.

2. Reciclagem de garrafas de vidro

(Fonte: DB Breweries/Reprodução)(Fonte: DB Breweries/Reprodução)

Em 2017, a empresa DB Breweries criou uma máquina que tritura garrafas de cerveja em areia fina e utilizável em cinco segundos. O objetivo da companhia é reduzir a dependência mundial da areia derivada da praia, evitando com que as praias ao redor do mundo recuem por conta do uso não renovável da areia para construção, estradas e outros usos.

A marca pretende que as máquinas sejam colocadas em supermercados e bares para que os clientes participem da iniciativa de redução no impacto ambiental. 

3. Água comestível

(Fonte: Notpla/Reprodução)(Fonte: Notpla/Reprodução)

A Notpla, empresa de embalagens sustentáveis, decidiu surpreender o mercado ao lançar as cápsulas de água Ooho, uma das primeiras alternativas do mundo às garrafas de água. De acordo com a empresa, um milhão de garrafas plásticas são compradas em todo o mundo a cada minuto e mais de meio trilhão será vendido todos os anos até o final da década. 

Porém, esse tipo de embalagem não é nenhum pouco sustentável pela liberação de dióxido de carbono (CO2) que causa na atmosfera durante sua produção. A Ooho funciona como uma cápsula feita da combinação de algas e plantas, sendo totalmente biodegradável e comestível. Portanto, o cliente não só poderá tomar a água, como também poderá ingerir a sua embalagem. 

4. Biogás 2.0

(Fonte: HomeBioGas/Reprodução)(Fonte: HomeBioGas/Reprodução)

O HomeBioGas 2.0 foi lançado no mercado como uma forma de o consumidor comum fazer sua parte na redução das emissões mundiais de gases de efeito estufa. O projeto surgiu por meio de uma iniciativa de financiamento coletivo em 2020 e atingiu 600% da sua meta de arrecadação.

O chamado biogás 2.0 é capaz de gerenciar 6,8 litros de resíduos orgânicos diariamente, o que gera até duas horas de gás de cozinha grátis. Se usado em plena capacidade, evita que seis toneladas de CO² entrem na atmosfera todos os anos, o que seria extremamente positivo para o meio ambiente.

5. Água do mar potável

a(Fonte: Shutterstock)

Converter a água do mar em água potável é uma tendência científica que existe no mundo há anos. Afinal, como a Terra é feita 70% de água — em grande maioria salgada —, uma tecnologia desse nível poderia solucionar muitos de nossos problemas.  Em 2017, um estudo do UNICEF mostrou que 884 milhões de pessoas não tinham água potável para beber.

Por esse motivo, pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, decidiram desenvolver uma peneira de grafeno com método de purificação capaz de eliminar 97% do cloreto de sódio (sal) da água do mar. Essa peneira não apenas resolveria a crise de água limpa em todo o mundo, mas também contribuiria para a diminuição da poluição por microplásticos nos oceanos.

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