Homens usando facões para fantasia sexual entram na casa errada

Homens usando facões para fantasia sexual entram na casa errada

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Um roleplay sexual bizarro teve um final infeliz em New South Wales, na Austrália, no ano passado. Contratados por um cliente que desejava ser amarrado de cueca e acariciado com uma vassoura, dois homens armados com facões entraram na casa errada. 

Não se sabe ao certo o que foi maior: a ansiedade do contratante ao aguardar seminu os seus perpetradores ou a perplexidade do dono da casa ao acordar com dois marmanjos armados com facões e uma vassoura com propostas indecorosas. 

Embora esse tipo de representação seja mais comum do que possa parecer, o cenário em questão, encomendado por um homem perto da cidade de Griffith via Facebook, teve um desfecho incomum segundo a BBC em virtude de uma simples confusão no endereço.

O desencontro

A vassoura, elemento chave na fantasiaA vassoura, elemento chave na fantasia

O contratante se mudou e não atualizou seu endereço. Chegando no local, os homens entraram na casa do endereço antigo. Quando viu a luz de sua cozinha acesa às 6h15 da manhã, o morador pensou se tratar de um colega que vinha diariamente fazer o café. 

Quando os homens subiram e chamaram o nome do cliente, o morador acendeu a luz do quarto e retirou sua máscara contra ronco. Os dois estavam próximos da cama e traziam os facões, provavelmente como acessórios para apimentar o momento, além da vassoura.

Quando perceberam seu erro, a dupla disse "foi mal, cara" e apertou a mão gelada e suada do morador. 

Os dois então saíram e foram para a casa do cliente certo que, notando o facão dentro das calças de um dos caras, pediu que deixassem as armas no carro. Em seguida preparou-lhes bacon e ovos. Algum tempo depois, a polícia chegou, achou as machetes e prendeu os dois contratados.  

O julgamento

Quando foi informado que o cliente estaria disposto a pagar 5 mil dólares australianos, algo em torno de R$ 18 mil, se fosse "muito legal", o juiz entendeu que se tratava de uma transação comercial sem demonstração de que os sujeitos tenham agido de má-fé. 

Em sua sentença, afirmou: "Os fatos do caso são incomuns. Eles carregavam os facões como uma alegoria ou algo para usar nessa fantasia. A fantasia não tinha roteiro e havia discrição sobre como seria realizada".

No final, os homens foram inocentados e liberados. Embora causadores, e também vítimas, de fortes emoções, saíram com a certeza de que, em seu ramo de trabalho, manter uma agenda de endereços atualizada é um item fundamental.

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