Açúcar para todos os gostos!

03/01/2012 às 16:234 min de leitura

Fonte: Thinkstock

Seja no cafezinho, no bombom, na geleia ou na sobremesa, todos consomem açúcar. O alimento que pode chegar até a viciar é o vilão da dieta por motivos simples: independente do tipo, ele tende a ser pobre em nutrientes e rico em calorias.

Assim, o doce favorece o acúmulo de peso e ainda deixa de oferecer ao organismo todas as substâncias necessárias para que ele se mantenha em perfeito funcionamento. Porém, nem sempre é fácil abrir mão do açúcar, devido à sua grande utilidade para o dia a dia.

A dica para driblar os benefícios, no entanto, é simples: resista sempre que for possível a alimentos ricos na substância e procure variar o tipo utilizado. Por exemplo: no cafezinho do expediente, prefira o açúcar light, que é menos calórico. A moderação é a palavra-chave para manter os hábitos saudáveis.

Conheça mais sobre cada variação de açúcar e aprenda a fazer a melhor escolha para sua rotina.

Branco ou Refinado

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Esse tipo de açúcar é fácil de ser encontrado, mas isso não significa que ele seja a melhor escolha. Ele não possui nenhuma propriedade nutricional, somente calorias, e é o que traz o maior número de malefícios ao organismo, devido ao seu processo de fabricação.

Durante o seu refinamento (o mais longo entre todos os tipos), ele é exposto ao enxofre, um metal tóxico, além de outras substâncias que proporcionam a textura fina e a atraente cor branca.

Cada grama do alimento oferece ao organismo 4 calorias, por isso, o consumo diário não deve ultrapassar as 60 gramas.

E o título de vilão da saúde não foi dado à variação refinada à toa. Ela estimula em excesso a produção de insulina, hormônio que regula a quantidade de açúcar no sangue, fazendo com que o indivíduo sinta mais vontade de comer doces, mesmo sem necessidade. E esse consumo em excesso da substância pode levar a doenças, como o diabetes.

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Apesar de passar por um processo de refinamento semelhante ao do açúcar branco, essa variação possui grãos mais espessos que não foram expostos a tantas substâncias químicas, já que a produção é interrompida algumas etapas antes. Assim, devido às partículas serem maiores, algumas vitaminas são preservadas.

Esse tipo do alimento surge a partir da purificação, evaporação, cristalização, centrifugação e secagem do caldo de cana e dará origem a outros tipos de açúcar, como o refinado e o de confeiteiro.

Esse último surge após o peneiramento do açúcar para que os grãos que vão originar o açúcar refinado sejam separados. Ao que sobra, é adicionado o amido, que evita que vários cristais se juntem e, assim, prejudiquem a aparência das sobremesas.

Mascavo

Essa variação é uma das preferidas dos especialistas, por exigir menos etapas no processo de fabricação, conservando assim, boa parte de nutrientes.

O açúcar mascavo é feito a partir do caldo de cana, que é fervido até engrossar e depois conservado em formas, onde irá endurecer, formando a rapadura. Para facilitar o manuseio no dia a dia, ele é moído e permanece com a cor marrom escura.

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Com a ausência do processo de industrialização, as propriedades da cana, como carboidratos, potássio, fósforo, vitaminas (A, D, E, C e do complexo B) e sacarose (que dá energia) continuam presentes no alimento e irão direto para o organismo após o consumo. Mas isso não significa que a ingestão do mascavo está liberada.

Apesar de possuir substâncias benéficas o corpo, ele adoça duas vezes menos que o açúcar, mas com a mesma quantidade de calorias. A cada duas colheres de sobremesa do produto consumidas, são adicionadas aproximadamente 76 calorias à dieta. Por isso, a porção diária não deve ultrapassar as 60 gramas.

Porém, para aquelas que estão mais preocupadas com uma alimentação saudável em vez dos resultados na balança, essa é a melhor escolha.

Orgânico

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O orgânico é uma variação do mascavo, mas ainda mais natural. O diferencial está na matéria-prima, a cana, que nesse caso é cultivada sem o uso de agrotóxicos ou fertilizantes químicos, obtendo um produto que é mais saudável, com certa variedade de nutrientes e que não prejudica o ambiente em que foi plantado.

Os alertas sobre a quantidade de calorias, no entanto, são os mesmos que os do mascavo tradicional.

Mel

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Outra opção menos industrializada e com nutrientes é o mel, que é produzido por abelhas a partir do néctar das flores. Ele adoça duas vezes mais que o açúcar refinado e possui apenas 4 calorias por grama.

Entre suas vantagens estão a presença de algumas vitaminas, como C, B1 e B3. Porém, quem é diabético não deve consumir esse alimento, pois ele eleva o índice glicêmico, e nem por crianças com idade menor que dois anos, já que elas ainda não possuem o sistema imunológico formado e podem sofrer infecção no aparelho digestivo.

Para uma alimentação saudável, o consumo máximo diário de mel deve ser de 60 gramas.

Aspartame adoçante

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Quem está de dieta conhece bem esse tipo de açúcar. Com zero calorias por grama, ele é capaz de adoçar até 60 vezes mais que a versão refinada tradicional, o que elimina boa parte do valor calórico do cardápio.

Sua produção acontece em laboratório e ele é derivado dos aminoácidos fenilalanina e do ácido aspártico. Assim, vale ressaltar que pessoas intolerantes a essas substâncias devem evitar esse tipo de açúcar, pois o organismo não produz as enzimas responsáveis por sua absorção.

Para quem pode consumi-lo sem problemas, a dica é não ultrapassar as 40 miligramas para cada quilo do seu peso.

Stevia adoçante

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Se você achou a capacidade de adoçar do aspartame impressionante, é porque ainda não conhece a stevia. Com o mesmo número de calorias (ou seja, zero), ela é capaz de adoçar até 300 vezes mais que o açúcar tradicional.

Essa variação é extraída de uma folha batizada com o mesmo nome e é indicada para aquelas que querem eliminar os quilinhos a mais.

Vale ressaltar, no entanto, que ela não posse ser utilizada na preparação de pratos, pois quando aquecida, perde seu poder adoçante. E, se consumida em excesso, tende a deixar um sabor amargo na boca.

Sucralose adoçante

Fonte: Divulgação

Também conhecida como açúcar light, a sucralose adoçante também é do grupo dos açúcares que facilitam a dieta. Ela tem zero calorias por grama e adoça até 600 vezes mais que a versão tradicional.
A boa notícia é que esse tipo não deixa aquele gosto residual do aspartame na boca.

Sacarina adoçante

A sacarina é o primeiro adoçante já produzido em laboratório e foi descoberto a partir de derivados do alcatrão. Ele também não tem calorias, mas não deve ser consumido em excesso.

Isso porque como possui sal em sua composição, ele causa no organismo os malefícios do sódio, como a retenção de líquidos e o favorecimento a doenças cardiovasculares.

Coarse sugar

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Pouco utilizado no dia a dia, esse açúcar faz parte da despensa de algumas confeitarias brasileiras. Seus grãos são maiores que o do açúcar cristal e, por isso, pode ser utilizado na decoração de docinhos.

Graças à sua espessura, ele pode receber novas cores, deixando brigadeiros mais coloridos. As propriedades calóricas e os malefícios ao organismo, no entanto, continuam os mesmos que os do açúcar cristal. Por isso, assim como os demais, deve ser consumido com moderação.

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