Brasileira mais jovem a escalar o Everest agora experimenta voo suborbital
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Brasileira mais jovem a escalar o Everest agora experimenta voo suborbital

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Se você pensa que escalar o Everest é uma aventura e tanto, saiba que isso é para poucos! Neste ano, a tragédia que assolou o Nepal também teve impactos na maior montanha do mundo: o terremoto de abril causou a morte de 20 alpinistas no ano mais trágico desde que se iniciou a exploração comercial do local.

Apesar dos riscos, muitos fãs de adrenalina sonham em chegar ao “teto do mundo”. E o Brasil, com mais de 200 milhões de pessoas, só conseguiu levar 13 até lá em cima. A mais jovem de todas foi a médica paulistana Karina Oliani, que completou a aventura em 2013, quando tinha 31 anos.

Karina leva a bandeira brasileira ao topo do Everest

Voo suborbital: a experiência na gravidade zero

E o Everest não é a única façanha na vida de Karina. Ela aceitou o desafio “Seven Summits”, que prevê a escalada da maior montanha de cada continente. Até agora, a médica já esteve no topo de quatro: Kilimanjaro (África, em 2009), Aconcágua (América, 2011), Elbrus (Europa, 2011) e o Everest, ponto mais alto da Ásia (e do mundo, é claro).

Karina adora uma aventura! Em seu perfil no Facebook, é possível vê-la praticando mergulho com tubarões, snowboard, wakeboard, canoagem, escalada, pilotagem de helicóptero, rapel e muito mais! Ela, inclusive, já voou pendurada nas asas de um avião!

Achou pouco? A aventureira não para por aí: agora ela alçou voos até o espaço – ou até perto dele! Após incentivos de um professor de medicina aeroespacial, Karina realizou o sonho de experimentar a gravidade zero. Ela foi até a França realizar um voo suborbital, ou seja, participar da experiência mais próxima do que é estar em um local sem gravidade.

Aventureira experimenta a sensação de estar sem gravidade

Preparação e medo

O voo suborbital consegue neutralizar a aceleração da gravidade por alguns segundos, enquanto seus passageiros têm a sensação de flutuar livres no espaço. “Meu maior receio era passar mal e vomitar durante o voo: mais da metade das pessoas que experimentam a ausência total da gravidade pela primeira vez têm dificuldades de adaptação do labirinto, um órgão pequenininho que fica dentro dos ouvidos e é responsável pelo equilíbrio do corpo”, explica a médica.

Porém, Karina foi preparada. Ela conta que tomou medicação antináusea para não ficar enjoada e que tentou manter a cabeça o mais parada possível enquanto a força da gravidade entrava em ação. O voo, apesar de durar apenas alguns minutos, parece ser indescritível! Depois de tanta emoção, qual será o seu próximo destino?

Voo suborbital simula gravidade zero

(Com informações da assessoria de imprensa)

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