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Como nadar com golfinhos pode ser uma terapia para grávidas?

Golfinhos são criaturas naturalmente incríveis e muito inteligentes, mas você sabia que eles podem ter uma enorme conexão com mulheres grávidas? Por mais esquisito que isso possa soar, alguns pesquisadores acreditam que esses cetáceos têm a capacidade de se comunicar com os bebês ainda dentro da barriga.

Tudo isso faz parte da habilidade de ecolocalização dos golfinhos, que faz com que eles consigam escanear o mundo a sua volta. Por esse motivo, nadar com essas incríveis criaturas chega a ser visto até mesmo como uma terapia para essas mulheres. Não entendeu? Nós falaremos mais sobre esse assunto nos próximos parágrafos. Olha só!

Importância da ecolocalização

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Você, provavelmente, já ouviu falar no ultrassom ou na ultrassonografia, certo? Caso sua resposta seja negativa, esse é um exame no qual ondas sonoras de alta frequência são emitidas para escanear e formar uma imagem de determinada parte do corpo humano. Esse é um dos principais exames que as mulheres grávidas precisam fazer para monitorar a saúde do bebê.

E da mesma forma que nós usamos o som para rastrear algumas condições de saúde, os golfinhos têm uma habilidade muito parecida: a ecolocalização. E o que é isso? Eles também utilizam sons fora do alcance de audição dos seres humanos para rastrear o mundo a sua volta, o que possivelmente poderia ser usado para se "comunicar" com um bebê humano ainda não nascido.

Através da ecolocalização, estima-se que os golfinhos consigam identificar o feto e, por isso, eles teriam um interesse especial nessas mulheres. Supostamente, esses animais então se direcionariam até a barriga da grávida e vibrariam como uma forma de ecolocalização mais concentrada — algo que fazem para estimular outros golfinhos.

Terapia para os bebês

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

O parto assistido por golfinhos, uma nova versão dos partos na água, aparentemente é uma tendência que cresce em popularidade — principalmente nas ilhas do Havaí. Inclusive, esse tipo de parto é ofertado por algumas instituições do estado norte-americano. 

Na visão de alguns neurocientistas e especialistas em pediatria, a emissão ultrassônica de ondas sonoras criada pelos golfinhos conseguiria estimular a atividade cerebral do bebê que se desenvolve no útero da mãe. Inclusive, alguns pesquisadores alegam que esse contato primário seria capaz de fazer maravilhas para o humano que está para nascer.

Dessa forma, bebês que entrassem em contato com golfinhos conseguiriam aprender a falar e ler antes que os demais, comparativamente. Porém, vale ressaltar que ainda não existem estudos específicos que comprovem toda essa eficácia.

Possíveis riscos

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Se para alguns pesquisadores o contato entre grávidas e golfinhos pode ser excelente para o parto, há uma vertente de pensamento que enxerga certos perigos nessa interação. Principalmente no caso dos partos assistidos pelos cetáceos, poderiam existir certos riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. 

Em primeiro lugar, estamos falando de um animal da natureza. Logo, é preciso pensar na possibilidade de afogamento durante esse tipo de parto na água — por menores que sejam as chances. Além disso, as pessoas envolvidas nesse processo correm o risco de contrair doenças e infecções.

O mar e as criaturas que vivem nele têm uma série de bactérias e patógenos potencialmente nocivos aos seres humanos. Logo, talvez não seja o ideal expor um recém-nascido a esse tipo de risco. Por fim, se até mesmo treinadores profissionais podem sair feridos de uma sessão com golfinhos, é melhor ter um pouco mais de cautela.

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