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6 elementos adoráveis onde encontrar a sequência de Fibonacci

Ainda que já descrita por gregos e indianos, a sequência de números com aplicações em mercados financeiros, computação e teorias dos jogos que conhecemos como "sequência Fibonacci" aparece inicialmente em Liber Abaci, de 1202. De autoria do matemático italiano Leonardo Fibonacci, é uma forma simples de organizar números através de lógica matemática.

Sua magia está na ligação entre ela e fenômenos da natureza através da constante 1,6. Ele é resultado da divisão entre um número e se antecessor na sequência, a partir do numeral 3. Conhecida como proporção áurea, ideal a ser aplicada em diferentes setores, ela pode ser encontrada em coisas magníficas. Confira alguns destes lugares.

1. Mercado financeiro

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Essa talvez seja a aplicação da sequência de Fibonacci mais alternativa. Quando aplicada no mercado financeiro, é possível fazer operações especulativas como day trade e swing trade. Na prática, seu uso é feito como análise de indicadores e estratégias, permitindo ao investidor avaliar quais os pontos de suporte e resistência e quais as tendências de reversão.

Isso ocorre, de acordo com estudiosos do tema, porque o segmento também se comporta como um elemento da natureza, permitindo uma previsão analítica. Em suma, quem faz aplicações no mercado financeiro pode usar a sequência de Fibonacci como uma útil ferramenta de planejamento de operações.

2. Espaço

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Outro local em que é possível encontrar os estudos de Fibonacci é no espaço, mais especificamente no sistema solar. Por exemplo: a relação existente entre o diâmetro de Saturno e o de seus anéis é uma constante próxima a 1,6.

Mais um exemplo? Bem, o tempo utilizado por planetas para completar sua órbita no Sol também tem proporção próxima a 1,6. Há, inclusive, um grupo de pesquisadores sul-africanos que defende que essa incidência da proporção seria explicada por ela ser uma propriedade do espaço-tempo. Complexo, hein?

3. Animais

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Sim, o reino animal é abundante de Fibonacci. Desde aspectos surpreendentes como o padrão de reprodução das abelhas, aos chifres de um carneiro. Até mesmo quando analisamos a estrutura física de alguns animais é possível encontrar a proporção áurea.

Os corpos de ouriços-do-mar, formigas e golfinhos são exemplos que seguem a sequência de Fibonacci. E se não fosse incrível o suficiente, até o bote de um falcão em sua presa se encaixa no padrão - e seu ângulo de voo também.

4. Seres humanos

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Outra forma de se referir ao padrão descoberto por Fibonacci é número divino e a ligação disso é estreita com o fato de que nós, seres humanos, podemos encontrá-la em nosso corpo. A forma de nossa orelha, os membros do corpo, a disposição de órgãos e mesmo seus formatos são exemplos práticos de elementos "construídos" mediante a proporção áurea.

Daí a relação que se faz com o "divino", ou seja, ele seria uma constante com ligação com o Deus do cristianismo. Muitos especialistas, quando analisam atributos físicos para determinar a beleza de uma pessoa partem do cálculo de suas proporções. Quanto mais próxima de 1,6, em tese, mais bonita a pessoa é.

5. Botânica

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

A botânica, área da Biologia que estuda as plantas, também é recheada dos padrões. Não são poucas as flores cuja quantidade de pétalas são números da sequência de Fibonacci. No caso das rosas, ainda por cima, elas estão dispostas sobre o caule em uma espiral, sendo que a relação entre duas pétalas adjacentes é igual a 1,6.

Porém, de todas as plantas, a que deixa o padrão do matemático italiano mais evidente é o girassol, cujas sementes formam um padrão de espiral bem nítido. A união dos pinhões nas pinhas, fruto das araucárias, também é um exemplo da proporção áurea.

6. Artes

(Fonte: Pixabay)(Fonte: Pixabay)

Os casos mais famosos de aplicação do padrão nós encontramos nas artes plásticas, na arquitetura e no design. Existem comunidades na internet de pessoas que são especialistas autodidatas em encontrar essas relações.

Os mais emblemáticos talvez sejam a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, e as pinturas de Michelangelo na Capela Sistina. No caso da arquitetura, a influência do italiano pode ser vista em obras como o Taj Mahal e a Catedral de Notre Dame.

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