Artista faz série de autorretratos sob influência de drogas psicoativas

Artista faz série de autorretratos sob influência de drogas psicoativas

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Em março de 1995, o artista norte-americano Bryan Lewis Saunders fez uma promessa a ele mesmo e iniciou uma série de autorretratos diários até o fim de sua vida, com a coleção atualmente totalizando mais de 12 mil desenhos. Porém, em 2000, ele decidiu aumentar o desafio, dando origem à uma subsérie chamada “Under The Influence”, em português “Sob Influência”, na qual desenha sob a influência de drogas psicoativas.

Bryan posa com sua camisa
Bryan posa com sua camisa “O Método do Artista” (Fonte: Bored Panda/Reprodução)

“Depois de experimentar mudanças drásticas em meu ambiente, procurei outras experiências que pudessem afetar profundamente minha percepção de mim mesmo. Então, fiz outro experimento em que todos os dias eu tomava uma droga ou tóxico diferente e ficava sob a influência”, disse Bryan em seu blog. 

Under The Influence

Após as primeiras semanas fazendo uso das substâncias psicodélicas, Lewis ficou letárgico e precisou ser internado algumas vezes. O artista sofreu danos cerebrais leves como retardo psicomotor e confusão mental, porém, como estes não eram irreparáveis, continuou a série apenas com medicamentos prescritos por um médico.

Veja agora os desenhos, mas lembre-se: não tente isso em casa!

Maconha (G13) (Fonte: Bryan Lewis Saunders/Reprodução)
LSD (Fonte: Bryan Lewis Saunders)
LSD (Fonte: Bryan Lewis Saunders/Reprodução)
Morfina IV (dosagem desconhecida) (Fonte: Bryan Lewis Saunders/Reprodução)
Cogumelos Psilocibina (2 cápsulas) (Fonte: Bryan Lewis Saunders/Reprodução)
Ópio (Fonte: Bryan Lewis Saunders/Reprodução)
Valium, 20 mg (Fonte: Bryan Lewis Saunders/Reprodução)
Abilify/Xanax/ Ativan (dosagem desconhecida no Hospital) (Fonte: Bryan Lewis Saunders/Reprodução)

Lewis disse em uma entrevista em 2011 que quando as imagens viralizaram pela primeira vez, a recepção do público foi muito agressiva e odiosa, mas que desta vez é diferente e que o projeto tem um alcance grande. 

“Isso dá às pessoas a oportunidade de descobrir algumas das outras coisas que eu faço ou fiz também. Coisas que considero muito mais importantes, tanto socialmente quanto artisticamente”, explicou o americano.

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